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Perdidos em traduções? Jamais! - o momento "dasss!... houve uma vez" da nossa viagem!

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Quem vai seguindo o blog nas redes sociais já percebeu que ando em viagem na Tailândia. Hoje chegamos a Lampang, uma pequena vila perto de Chiang Mai, para onde iremos amanhã. Ficamos num hotel fofinho e muito querido chamado Lampang River Lodge com uma pequeno senão: fica a cerca de 15kms do centro. Tendo em conta que este pequeno pedaço de paraíso fica no meio do nada, só se consegue sair daqui e ver uma réstia de civilização de carro. 

 

Assim sendo, pedimos um táxi e fomos ao mercado local. Não é muito grande, mas é cheio de luz e vida como qualquer mercado de rua na Tailândia que temos visto até agora. Esfomeados, porque hoje não conseguimos almoçar, atacamos uma melancia deliciosa enquanto andavamos às voltas a tentar escolher o jantar. Optamos por umas asas

 

As maravilhas do Jardim dos Deuses - a não perder!

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Colorado Springs em si não tem muito que ver, mas para quem gosta de natureza e fazer umas caminhads, definitivamente este é o local certo. Como tive umas horas livres que não estavam previstas no plano, não tive propriamente muito tempo para planear visitas, pelo que optei por ir até ao Garden of Gods (jardim dos Deuses) e... valeu bem a pena!

 

Fui a meio do dia, mas creio que perto do pôr do sol a visita teria sido ainda mais mística. De qualquer forma, seja a que hora for, levem sapatos confortáveis, água, roupa confortável e preparem-se para dar corda aos sapatos!

 

As formações rochosas avermelhadas do Jardim dos Deuses foram criadas durante uma espécie de reviravolta geológica ao longo de uma falha natural há milhões de anos. Evidências arqueológicas mostram que pessoas pré-históricas andaram pelo Jardim dos Deuses por volta de 1330 aC. Por volta de 250 aC, os nativos americanos acamparam no parque. Acredita-se que tenham sido atraídos pela vida selvagem e vegetal na área e usaram beirais criados pelas rochas como abrigo. Muitos povos nativos relataram uma ligação com o Jardim dos Deuses, incluindo os Apache, Cheyenne, Comanche, Kiowa, Lakota, Pawnee, Shoshone e Ute.

 

 

A partir do século 16, exploradores espanhóis e mais tarde exploradores e caçadores europeus americanos viajaram pela região, incluindo o tenente John C. Frémont e o tenente George Frederick Ruxton, que registraram as suas visitas nos seus diários.

 

Em 1879, Charles Elliott Perkins, um amigo de William Jackson Palmer, comprou 480 acres de terra que incluíam uma parte do actual Jardim dos Deuses. Após a morte de Perkins, sua família doou a terra à cidade de Colorado Springs em 1909, com a condição de que seria um parque público gratuito. Palmer era dono do Rock Ledge Ranch e após sua morte foi doado para a cidade. Tendo comprado terras circunvizinhas adicionais, o parque da cidade de Colorado Springs cresceu para 1.364 acres. Em 1971 foi considerado marco natural nacional e em 1995, o Centro de Visitantes e Natureza do Jardim dos Deuses foi aberto nos arredores do parque. 

 

Deixo-vos alguma das fotos que tirei. A qualidade é uma treta porque foram tiradas com o telémovel, mas sempre dá para ter uma ideia do quão impressionante é esta zona. 

 

Com vontade de lá ir? :)

 

As 6 constatações da minha primeira vez!

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Quem me foi seguindo nas redes sociais, percebeu (na boa) que na semana passada andei pelos Estados Unidos. Uma viagem de trabalho levou-me até Colorado Springs por uma semana. Foi uma semana longa, com jet lag até dizer chega e inesquecível q.b. (até incluiu foto com o segundo homem que pôs pé na lua, portanto já conseguem imaginar os momentos que irão ficar deliciosamente gravados na minha mente até que esta se esvaneça). 

 

Foi a minha primeira vez nos Estados Unidos, e por isso, o que vou dizer a seguir pode parecer-vos bastante banal. Mas metam-se lá nos sapatos de uma primeira vez, e continuem a ler, ok?

 

 

Há alguém que responda Sim a estas perguntas?!

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Irei aos Estados Unidos em breve para uma viagem de trabalho e como todo o comum dos mortais que viaja para fora do Espaço Schengen, tive que pedir visto (e antes que digam que nem sempre é preciso visto e tal, como vou em trabalho não viajo com vistos de turista, ok?).

 

Bom adiante. Lá fui ao site indicado pelo estaminé preencher o formulário indicado, e meus amigos: aquilo não é um pedido de visto. É descrever a nossa vida ao detalhe e demorou uma eternidade a que conseguisse chegar ao fim do formulário. O ponto alto foi a última parte (5 páginas) de perguntas sim ou não. E aí, não sabia se havia de rir ou simplesmente ficar de queixo caído e nem reagir. Lá fui clicando ao longo de toooodas as perguntas que iam aparecendo, mas devo confesaar que há coisas que não me sairam da cabeça. Algumas perguntas eram coisas tipo:

 

Durante a sua estadia:

1) Pensa em cometer um atentado terrorista?

2) Fazer tráfico de orgãos?

3) Fazer tráfico de seres humanos?

4) Fazer tráfico de droga?

E a cereja no topo do bolo: Pensa prostituir-se?

 

E eu, desde esse dia, que pergunto-me se há alguém neste mundo que alguma vez responda que sim a qualquer estas questões. 

Sim, eu sei que Pode haver implicções mais tarde, questões de segurança, etc e tal. Mas a sério: existe alguém no mundo que vá responder: sim, eu quero ir ao vosso país porque estou a pensar seriamente em prostituir-me. Ou "bem, tenho dois rins e estou a pensar em vender um num beco escuro do vosos país. Sempre é uma outra classe!"

 

Se conhecem alguém que tenha respondido "sim" a este tipo de perguntas, por favor acuse-se! E qual foi o pedido de visto mais surreal que tiveram?

 

 

 

 

 

 

 

 

Os encantos secretos de Paris

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Como já deu para perceber por este post no inicio da semana, ando no meu périplo de viagens. Esta semana estive em Paris em trabalho (e antes que digam "que chatice" experimentem começar com reuniões às 8 da manhã e terminar o dia depois das 20h e depois falamos) e nos poucos tempos livres que tive, tentei visitar alguns sitios que para mim são quase obrigatórios. (nope, não é a Torre Eiffel apesar de ter estado todos os dias ao lado dela). Um dos sitios que para mim é obrigatório é a livraria Shakespeare & Company. Fica pertíssimo da Notre Dame, e o truque é ir ao fim do dia quando já não há tantos turistas para se conseguir entrar. 

 

Contudo, desta vez, quando lá cheguei já passava das 19h, havia um evento e era impossível entrar. Resolvi por isso procurar um sitio para comer. E como tinha visto uma rua que achei uma certa piada, meia escondida e quase sem

 

Barcelona: será que sou a única?

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  Quem me segue no Instagram sabe que há umas semanas estive uns dias a "curtir" Barcelona. Uns dias de descanso (merecidos) depois das reuniões e entrevistas por causa da petição, e um tempinho para um fim de semana a dois, longe do stress diário que (infelizmente) faz parte da nossa rotina. 

 

Graças ao Enrique, um estagiário catalão (ou um espanhol de Barcelona?) que passou pelo escritório nos últimos meses, fui munida com algumas dicas de sítios a visitar, além dos usuais para turistas e ainda alguns restarauntes simpáticos para não cair nas ratoeiras para turistas.  Claro que visitamos o obrigatório: Sagrada Familia, Parc Guell, bairro gótico, Ramblas, Mont Juïc entre outros. 

 

O que vos posso dizer de Barcelona?

 

 

6 países em 6 semanas: conseguem adivinhar quais?

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Não ando em campanha eleitoral, mas parece. Hoje começo uma série de viagens, umas profissionais, outras pessoais, e no momento em que vocês estão a ler já cheguei ao primeiro destino. Nas 6 próximas semanas passarei por 6 países diferentes em 3 continentes diferentes (e não contando as escalas). Aliás.... daqui a 6 semanas ainda estarei do outro lado do mundo, mas espero que seja a parte do mais que merecido descanso. Para tornar a coisa mais interessante, vejamos os fusos horários por onde andarei: UTC +1 (pacifico: mesmo que em Bruxelas), seguido de um UTC-0; regresso ao UTC+1 para lavar roupita e preparar nova bagagem. Partida para UTC -6. Novo regresso ao UTC+1. Lavar roupa e embalar tudo novamente em 3 dias. Partida para UTC +8, dois dias por aqui e mudo-me para UTC+7. Quando finalmente estiver a habituar-me à hora local, mudo-me novamente para o UTC+1. 

 

Ou seja, já estou a imaginar-me a precisar de 1 ano para recuperar do jetlag!

 

Será que conseguem adivinhar os sítios por onde andarei? ;)

 

 

Como trazer bocadinhos dos sítios que se visita?

De há uns anos para cá, quando vou a um país ou região pela primeira vez, além de paletes de fotografias, trago uma peça de arte comigo. Normalmente compro na rua, mas também já aconteceu de comprar em lojas. Às vezes trago uma peça de joalheria outras um quadro outras uma peça que me marcou de alguma forma. 

 

A coleccção já começa a crescer, confesso, porque felizmente, nos últimos anos tenho viajado imenso, umas vezes em lazer umas vezes em trabalho. Tenho, pelo menos, quadros que trouxe da Argentina, Veneza, Cuba, Paris, Praga, Croácia, Dubai, Jordânia. (Como emigra, Lisboa conta?) Podem ver alguns deles nas fotos abaixo (qualidade 'dubidosa' mas foi o que se arranjou): 

 

 

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