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É isto: Letra por letra, palavra por palavra!

 

E olha ao longe a praia, o bote aguentou
Bom vento sopra forte que é para lá que eu vou.
Formosa e segura, venha quem vier
Finalmente livre sem nada a perder.
Uns dizem que não posso, outros que não sou capaz
Se aprovam ou reprovam, a mim tanto faz
Passou a tempestade, o momento chegou
É hora de mostrar quem eu sou

Até podem rogar-me pragas ou lançar-me às feras
Insistirem em encaixar-me onde eu não couber,
Já não vou ficar mais pequena.
Podem atar-me o Mundo à perna para me ver aos tombos
E apoiar-se nos meus ombros que eu sinto-me leve,
Leve como uma pena.

O medo atrapalha, a ilusão confunde
A obra boquiabre, aboca meio mundo.
E se o que eu for, for feito e o que eu fizer for meu
Pode não ser perfeito mas há-de ser eu.
Cairam rios de chuva o vento uivou lá fora
A pouco e pouco o temporal foi acalmando
Agora já só falta uma nuvem para o sol brilhar
É hora de por isto a andar!

Até podem rogar-me pragas ou lançar-me às feras
Insistirem em encaixar onde eu não couber
Já não vou ficar mais pequena
Podem atar meu mundo à perna para me ver aos tombos
E apoiar-se nos meus ombros que eu sinto-me leve
Leve como uma pena!

Dias e dias carregando um fardo que afinal não era meu
À procura de uma resposta e a resposta
A resposta pelos vistos,
A resposta sou eu!

12 canções para alegrar dias sombrios

Música é remédio!.png

 

Não sei se é o mesmo convosco, mas volta e meia tenho daqueles dias fodidos (mesmo fodidos) em que o mundo parece desabar em cima dos nossos ombros e o chão abre-se para nos engolir sem mastigar. Para esses dias eu tenho uma lista de músicas (chama-se "claque") que me fazem bater o pézinho, iluminam a alma na escuridão, fazem-me saltar e dar murros no vazio como se estivesse a esmurrar a razão da minha frustação e me fazem sentir mais espevitada para enfrentar as adversidades. 

 

Às vezes é o ritmo, outras uma frase, outras vezes tudo. Certo é que estas são as minhas músicas de me animar e dar coragem ou aliviar frustação! Sem nenhuma ordem preferencial, basta carregarem no vídeo e ouvir a lista completa em modo replay!

 

 

Qual A vossa música de levantar o ânimo? Qual a vossa música terapêutica?

 

 

 

Pratiquem o "Que Se Foda!"

Ame sempre o próximo! (15).png

 

O lema da Ângela, que gentilmente partilhou no livro "conViver com as Doenças Inflamatórias do Intestino", não saiu da minha cabeça todo o fim de semana. Fui fazer voluntariado pela primeira vez desde a minha última crise. Dois turnos de 4 horas cada. Em pé. E isto para mim com os meus problemas mais recentes nas articulações é dar tiros no próprio pé. Além claro, de toda a gestão da tripa, porque não dá para estar a desaparecer para ir ao wc. 

 

No momento em que escrevo este post, já dormi uma sesta de mais de uma hora, tenho comprimidos SOS no bucho para gerir as dores nas articulações, a tripa portou-se divinalmente e como gente grande! O corpo está cheio de dores, mas a alma está tão cheia que a vontade que dá é de dizer, alto e bom som: "que se foda!". Assim como assim, teria dores na mesma (talvez menos intensas) se estivesse ficado em casa. Mas eu fui! Eu vivi! Conheci pessoas, conheci cientistas, artistas, curiosos. Vi coisas que de outra forma não iria conhecer! A minha vida ficou mais rica depois deste esforço!

 

A Ângela diz e muito bem, que é ela que tem a doença, não a doença que a tem a ela. E para mim isto faz todo o sentido. Eu tenho a doença, e tenho uma vida e tenho sonhos e ambições. Não sou refém da minha doença! Recuso-me a sê-lo! Sou muito mais do que a doença! Sou tanto mais! Mesmo que depois tenha que fazer repouso, descanso, engolir mais uns comprimidos SOS, ter mais atenção ao que como para não irritar a Rainha Senhora Dona Tripa, QUE SE FODA!: eu vou viver na mesma! Não vou ficar presa em casa, refém de uma doença que tem tanto de cabra como de injusta!

 

Quando vocês acordarem, tiverem uma vontade imensa de fazer algo, não deixem que a doença seja o vosso muro. Pensem nas palavras da Ângela, digam em voz alta enquanto encolhem os ombros "QUE SE FODA!" e saiam de casa! Vivam a vida, experimentem coisas novas, lutem pelos vossos sonhos e sobretudo, não deixem que nada vos impeça de serem felizes! 

 

 

 

Já agradeceram a alguém hoje?

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Hoje é o Dia Internacional do Obrigado. Sinceramente, estou grata a tanta gente que creio não conseguir enumerar todos num singelo post aqui nos Escadinhas. 

Obrigada a todos os meus amigos e desconhecidos que embarcam nas minhas ideias alucinantes para tentar mudar o mundo, ou pelo menos tentar deixá-lo bem melhor e que não hesitam sequer em ajudar quando lhes peço;

Obrigada à minha familia que me atura, ajuda e está sempre lá com um abraço naqueles dias menos bons;

Obrigada ao Mais Que Tudo que me apoia nas minhas lutas e que garante que também cuida de mim (agora até o cão anda a controlar-me pá!)

Obrigada aos que por aqui passam, aos que manifestam o seu apoio, aos que me motivam para continuar, os que me fazem sorrir em dias mais cinzentos, aos que acreditam em mim, aos que me lêem, aos que espalham a palavra, aos que se preocupam, aos que não julgam, aos que sentem as minhas dores e alegrias; 

A todos, o meu mais profundo e sincero: OBRIGADA!

 

5 razões pelas quais me lembrarei 2018 para sempre

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2018 foi um ano inesquecível. Foi um ano em que não parei 1 segundo, que conheci novas cidades, novas pessoas e comecei projectos que são muito maiores do que eu. Confesso que não sei como o corpinho aguentou tanta viagem, tanta canseira, e tanta ida ao hospital sem fechar para obras. Mas aguentou-se! E eu tive um ano espctacular! Senão vejamos:

 

 

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