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No Dia Mundial da Terra,: água, papel higiénico e bidés! 6 dicas para idas ao wc mais ecológicas!

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Hoje é o Dia Mundial da Terra, aquele em que desde 1970 se tenta sensibilizar para alguns cuidados acrescidos para tomarmos conta do nosso planeta. Afinal de conta, é o único em que há chocolate, por isso há que estimá-lo bem! 

 

Para assinalar o dia, e sendo eu uma cagona mor aqui na vizinhança, decidi escrever este post sobre aquilo que conheço melhor: papel higiénico, casas de banho e a pegada ambiental de tanta ida ao wc. Apertem os cintos que isto pode ser longo...

 

Ora, mais do que nunca estamos despertos para as consequências da acção humana no ambiente e no ecossistema e para as alterações climáticas. É certo que pequenos gestos podem ter um impacto significativo e as idas à casa de banho são apenas um exemplo.  Há já umas semanas que ando a investigar o assunto por mera curiosidade. Não descobri estatísticas especificas para Portugal (Instituto Nacional de Estatística, aqui fica a dica), mas descobri para outros países e por isso irei partilhar algumas convosco, porque não quero que vos falte nada. 

 

Ora muito bem, o problema do papel higiénico é que além das arvores que são cortadas para serem usadas no seu fabrico, também implica um grande consumo de água. Exemplo: nos Estados Unidos são usados anualmente 36.5 biliões de rolos de papel higiénico o que corresponde a 15 milhões de árvores. Isto envolve cerca de 1.792.723.703.255 litros de água e 253.000 toneladas de cloro para branqueamento. Depois há que juntar a isto a electricidade para a produção (17,3 terawatts/ ano) e ainda a energia e materiais para a embalagem e transporte até às lojas. (Ufa! até estou exausta só de escrever estes números todos). 

 

Ou seja, para produzir 1 singelo rolo de papel higiénico gastamos cerca de: 140 litros de água; 1.3 kilowatt/ hora de electricidade e cerca de 6,8 kg de madeira. 

 

Há quem defenda que os bidés são uma boa alternativa ao papel higiénico, não só em termos ambientes mas inclusive se pensarmos na higiene. Segundo os dados que encontrei, a quantidade de água que um bidé usa é trivial quando comparada com a do papel higiénico. Para um bidé, digamos, dentro da média dos bidés, usa-se cerca de meio litro de água. (Não sei quem fez os calculos, mas olhando para o bidé que está ali no wc diria que gasta um bocadinho mais do que meio litro de água). Alguém mande este post ao Raminhos já que ele é super fã de bidés!

 

Em contrapartida, se pensarmos no consumo de água de cada vez que abrimos o autoclismo, percebemos que usamos cerca de 15 litros de água para uma descarga só para mandar o papel higiénico cano abaixo (ok ok... é papel higiénico e algo mais :P). Se uma pessoa for, em média 8 vezes ao wc por dia, entre número 1 e número 2, estamos a gastar, em média e contas assim por alto, cerca de... 120 litros de água SÓ para mandar sanita abaixo!

 

A malta com uma DII bate recordes de consumo de água e de papel higiénico.... Uma DII, além de tudo o resto, não é eco-friendly...

 

O que podemos então fazer para minorizar o nosso impacto nas idas ao wc? Ficam aqui umas dicas:

1) Reduzam o uso de papel higiénico ou usem bidé;

 

2) Metam umas garrafas cheias de água dentro do autoclismo. Reduzem o volume te água disponivel no reservatório e ainda poupam uns trocos na conta da água;

 

3) Sabem quando abrimos o chuveiro e ficamos à espera que saia água quente? Pois usem uns baldes para recolher essa água e usem-na para mandar as coisas sanita abaixo;

 

4) Sabem aquela coisa irritante de carregar no botão de autoclismo e a água ficar sempre a correr? Pois: evitem isso e caso detectem uma fuga de água consertem de imediato o autoclismo e/ ou a canalização. 

 

5) Existe já tecnologia disponível de "low-flush toilets" ou seja, sistemas que usam menos água. Se estiverem a pensar em remodelar a vossa casa de banho, tenham em consideração esta hipótese.

 

6) Idas nocturnas ao WC dispensam que puzem o autoclismo. Fecham o tampo da sanita e façam uma descarga única de manhã. O ambiente agradece e os restantes habitantes do lar (e quiçá vizinhos) agradecem. Ah! E lembrem-se: quanto menos puxarem o autoclismo, menos pagam de consumo de água!

 

Se tiverem mais dicas para tornar as idas ao wc mais ecológicas, é favor deixar nos comentários! Ideias são bem vindas! 

 

 

Um 10 perfeito de uma campeã!

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Tem circulado nas redes sociais o video de uma ginasta norte-americana, Katelyn Ohashi, que obteve pontuaçao máxima (10 ) depois de um exercício de solo que é... delicioso!

 

 

Ora, o que muitos não sabem é que esta atleta de 21 anos tem um blog onde escreve sobre imagem corporal e saúde, incluindo.... da Colite Ulcerosa e uma rara doença de pele com que vive. O Blog dela chama-se "behind the madness" e vale uma visita. 

 

Eu adoro ginástica! Mesmo! E agora tenho um motivo extra para gostar: uma atleta de alta competição, que consegue um 10 perfeito (e não foi a primeira vez que foi viral - senão vejam lá este desempenho da Katelyn Ohashi ao som de Michael Jackson)  e vive com uma Doença Inflamatória do Intesitno, é sem dúvida, de se lhe tirar o chapéu! 

 

A banda sonora mais genial de todo o sempre!

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O Mais que Tudo apresentou-me aos Peaky Blinders. Ele andava a ver a série e eu fui deitando o olho a alguns episódios até que acabei por começar a ver desde a primeira temporada (vou na terceira no total de quatro). Devo confessar que gosto da série, juro que gosto. Mas gosto muito mais da banda sonora! É provavelmente a melhor, mais perspicaz e mais adequada banda sonora que já ouvi em séries. 

 

O tema de abertura é do nick Cave and The Bad Seeds. Excelente escolha. Mas temos (entre outros)r The White Stripes, Johny Cash, PJ Harvey, Artic Monkeys, Royal Blood, Radiohead, etc. Sempre no momento certo, com a música certa, com a letra certa. A música em conjunto com as cenas, a realização, o argumento, é fantástico. Se não acreditam em mim, aqui podem ouvir parte da banda sonora. Mas para um "full effect", que é como quem diz, o pacote inteiro, vejam (pelo menos) alguns episódios!

 

Se ainda não sabem "Peaky Blinders" conta a história da família Shelby, em que Thomas, o irmão do meio, regressa a casa como herói da primeira Guerra Mundial. Tommy (para os amigos) volta de França com a missão de tornar a família como uma das mais poderosas da zona, recorrendo, muitas vezes, a atividades ilegais, mas sempre com a ambição de legitimizar o negócio.

 

Podem ver as 4 temporadas na Netflix. E depois contem o que acharam da banda sonora. ;)

 

3 pontos essenciais a reter do Yoga

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Há mais de duas semanas que ando a esticar-me e torcer-me e a contorcer-me com o yoga, tal como expliquei aqui. Estou orgulhosa de mim: tenho sido regular, o que no meu caso, mestre mor na preguiça no exercicio, é muito bom. Contudo, consoante a prática aumenta, vou tirando algumas ilações:

 

1) Seres do outro mundo

Se o Marylin Manson tirou uma ou duas costelas para fazer broches a ele próprio: é um menino. A tipa que passa no

 

O meu primeiro post sobre Yoga: motivação precisa-se!

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Por uma série de razões que não vale a pena mencionar mas que se resumem a várias (e que já expliquei aqui), há umas semanas comecei a fazer Yoga. Não fui para nenhum ginásio nem nada que se pareça, que confesso que em Bruxelas não confio muito, sobretudo quando se é imunodeprimida. E depois, tinha (e tenho) sérias dúvidas que goste daquilo e por isso resolvi experimentar em casa e ver como corre. Graças ao mundo em que vivemos, fui à Play Store, pesquisei e fiz download de uma série de apps de Yoga. Depois de experimentar umas quantas, elegi a minha favorita: Down Dog. Achei um nome estúpido para uma app de Yoga, mas depois percebi a razão....

 

No meio da minha total e óbvia falta de flexibilidade, ou algo que se assemelhe a boa forma e sequer um espírito de desportista, lá me lancei nas aulas de yoga com a app. 25 minutos porque não dá para menos e uma pessoa tem limites. Estica aqui, alonga acolá, aquilo até parecia fácil. Mas depois a cabra senhora, que vai demonstrando o que é suposto fazer, foi

 

É por isto e por outras que precisamos de dias como o de HOJE

E neste dia já li uma noticia em que as autoridades belgas estão a ponderar introduzir uma aplicação para que mulheres e testemunhas possam reportar queixas de assédio ou violência nas ruas de Bruxelas. Não é qualquer tipo de violência: é mesmo porque no centro de Bruxelas uma mulher sozinha fica com o ego em alta: muitos convites para copos, muitos beijinhos atirados na sua direcção, muitas tentativas de encetar numa relaçao unilateral paa fim sério.... (E sim, para quem não perceba, esta última frase foi puta ironia e sarcasmo.)

 

Portanto, enquanto medidas como estas forem necessárias, é igualmente necessário existirem dias como este, para lembrar que as raparigas podem aspirar a serem quem quiserem ser; a fazer o que desejarem e sobretudo: a crescerem num ambiente seguro e que as respeita enquanto Ser Humano. 

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