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8 mitos das Doenças Inflamatórias do Intestino

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1) DII são contagiosas

Adoro quando me perguntam se Colite Ulcerosa ou Crohn é contagioso. Pela simples razão que claramente posso tentar informar melhor a pessoa que perguntou sobre este tipo de doenças. Não, as DII não são contagiosas. Não é conhecido o que provoca este tipo de doenças (E aliás, todas as doenças auto-imunes). Mas uma coisa é certa: não são contagiosas!

 

 

Tornar o invisível visível

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Hoje é o Dia Mundial das Doenças Inflamatórias do Intestino!
Em 2019 o tema (como alguns já devem ter reparado) é "tornar o invisível visível". Por isso, partilhem esta imagem, contem a vossa história, partilhem o site www.crohncolite.pt !
Juntos somos mais fortes e só juntos tornaremos as doenças inflamatórias do intestino visíveis!

 

É hoje!

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Hoje é sexta e um grande dia! 

Começa a Feira de Educação e Saúde de Belém e o Doença Crohn/Colite Portugal lá estará a informar e sensibilizar para as doenças inflamatórias do intestino. Amanhã, das 14 às 15h, a Dr. Joana Torres, gastroenterologiata do Hospital Beatriz Ângelo, dará uma apresentação sobre Doenças Inflamatórias do Intestino. A não perder!

 

Hoje, a partir das 13h, estarei na Farmácia Fontes Pereira de Melo (em Picoas, Lisboa) a conversar sobre este tipo de doenças. 

 

No Domingo, haverá um concerto no Largo do Intendente. 

 

Se ainda não têm planos para os próximos dias: agora não têm desculpa! ;) 

 

 

Como se fosse possível dizer a uma doença “agora não que não dá jeito”…

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Aproxima-se o Dia Mundial de Sensibilização para as Doenças Inflamatórias do Intestino. Este ano sob o lema : Tornar o Invisivel Visivel. É óbvio que ainda há muito a fazer para informar sobre estas doenças, mas também muito se tem feito com os parcos recursos disponíveis. 

 

Tenho Colite Ulcerosa há 11 anos e meio  e o número de pessoas que hoje fala nas redes sociais sobre o assunto é enorme quando comparado com o ano em que tive o meu diagnóstico. Tornar Visivel a invisibilidade destas doenças não é tarefa de um dia, nem dois, nem três. É tarefa de uma vida!

 

Em Portugal luta-se não só pela visibilidade mas também por melhores condições que permita estas pessoas terem uma vida activa e estarem integrados na sociedade, mesmo quando as doenças se tornam activas (Este tipo de doenças têm fases activas e inactivas). Coisas tão básicas como, por exemplo, um professor, um policia, um militar, ser de Faro e não ser colocado em Bragança, longe da sua rede de apoio, do médico que o segue e do hospital onde faz tratamentos.

 

Sugiro vivamente a leitura de um post no Doença de Crohn/ Colite Portugal e o artigo que escrevi para o Observador para perceberem do que se trata. É que há coisas que não são estanques a estas doenças, têm um impacto consideravel na saúde destes doentes. 

 

 

3 conselhos aos coachs de sofá desta vida

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Num post que saiu no inicio da semana falei sobre as diferentes fases pelas quais passamos depois de recebermos o diagnóstico de Crohn ou Colite Ulcerosa, etc. Não é fácil. De todo! Mas hoje quero focar-me sobre aquele sentimento de impotência que sentimos amiúde, sobretudo quando o nosso corpo decide fechar para obras e chegamos à exaustão física e mental. 

 

Todos sabemos que há fases em que as pernas fraquejam  nos vamos a baixo. Dias, semanas, meses, anos a lidar diriamente com dor, idas ao hospital, agulhas, comprimidos, dores, idas ao wc, fadiga, dores, hospital, médicos, medicamentos, dores, fadiga. Cansados? É que nós também temos momentos assim: cansados só porque a nossa existência não é cor de rosa. Contudo, todos dão numa de coach de sofá, psicologo de vão de escadas e gostam de nos "animar" ou dar-nos lições para a vida. Deixo-vos o TOP 3. Vejam se aprendem umas coisas, por favor: 

 

 

Fio dental, tangas e paraquedas: o trium virato da roupa interior!

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Há coisas que só acontecem mesmo em filmes ou nos desfiles da Victoria Secret: a malta despir-se e estar ali toda impecavelmente depilada, roupinha interior do mais sexy que há, toda tesuda e sensual. 

 

Esqueçam!

 

Na vida de uma pessoa com DII já é uma sorte que não se tenha uma certa coloração na cueca porque deu aquela cólica marota e inpossível de segurar e saiu merdum com a bolha de gás de metano que, vocês nem sabem como, se acumulou dentro de vocês.

 

Depois... sejamos realistas: nem malta sem DII se veste daquela forma diariamente! Malta com DII, sobretudo em alturas de crise, quer é mesmo reduzir todos e quaisquer efeitos nefastos de uma possível emergência, ou peido mestre que anuncia descarga incontrolável. Logo... a bela da cuequinha da avó, no dia a dia, traz um sentimento de segurança (por vezes ilusório) que temos tudo sob controlo. São aquelas pequenas coisas, que por muito irracionais que possam parecer, nos trazem um sentimento de conforto que , apesar de tudo, controlamos o nosso esfincter e reduzimos o risco de um embaraço público. (Acreditem, e por experiência própria, fases de crise é mesmo pura ilusão.) 

 

Ora, isso significa que não tenhamos roupa interior ousada e pronta a saltar de uma gaveta e tornarmo-nos versões realistas de quem não passa  a vida a comer folhas de alface e a malhar no ginásio? Claro que não! A roupa interior sexy existe na gaveta! E até vê a luz do dia (ou do candeeeiro se for à noite!)! E tem uma espécie de mola que salta da gaveta sempre que a tripa acalma, as dores dão tréguas e as estrelas estão alinhadas. 

 

Agora... não esperem é que tal aconteça todos os dias... Por cambalhotas à lá carte só nos filmes e anjos sexys só nos desfiles da Victoria Secret! 

 

 

Diagnóstico feito: os 5 estapas da mudança

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Quando recebemos um diagnóstico de uma Doença Inflamatória do Intestino, seja ela Crohn, Colite Ulcerosa ou qualquer uma das outras doenças deste grupo, é um sentimento agridoce. É doce porque finalmente temos um nome, uma etiqueta para o que está a acontecer connosco; é amargo porque descobrimos o preço que vem com essa etiqueta.

Ao longo do tempo, conforme vamos descobrindo o real preço, a nossa atitude vai mudando. E é sobre essa mudança que vos falarei hoje, com base no modelo Kubler-Ross, adaptado a nós cagões -mor. 

 

 

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