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Escadinhas do Quebra Costas

(con)Viver com Doenças Inflamatórias do Inflamatórias do Intestino. Aventuras, desventuras e muita galhofa! Que a rir custa menos e por isso "Sou feliz só por preguiça."

(con)Viver com Doenças Inflamatórias do Inflamatórias do Intestino. Aventuras, desventuras e muita galhofa! Que a rir custa menos e por isso "Sou feliz só por preguiça."

Na vida há uma primeira vez para tudo

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Lentamente e depois da loucura das últimas duas semanas, tudo começa a encaixar e voltar ao lugar. Entre a azáfama de visitas, comprasm afazares, almoços e jantares, foi bom voltar à Tugalândia matar saudades da família, amigos e do sol!

 

A época festiva passou-se como sempre, entre família e dolce fare niente, muita comida à mistura e um sabor amargo cada vez que tem que se voltar a enfiar dentro de um autocarro com asas. Este ano foi ainda mais amargo: foi o primeiro ano desde sempre que não comi doces de Natal! Nem um! A mamã foi uma fofa e ainda tentou fazer as

suas deliciosas e magníficas rabanadas sem açucar e sem ovos. Mas restava o pão, senhores. E o pão para mim sao como rosas com espinhos.

 

Por isso, depois de uma primeira abordagem, simplesmente fez-se a festa sem doces. Quer dizer, eu. Porque o resto da malta teve direito a tudo e mais alguma coisa. Confesso que foi estranho, custoso, mas depois entranha-se e tudo se faz!

 

Há igualmnente pontos positivos: sem enfardar as sobremessas o ponteiro da balança manteve-se impecavelmente inalterado! (Quem diria?!). Biba a comida tuga saudavel, os mimos da mamã e o dolce fare niente.

 

Além disso, será que o mais importante no Natal são mesmo os doces?...

 

Agora é tempo de voltar à rotina e à realidade: trabalho, lides domésticas, compras supermercado, cozinhar... Mundo cruel este! ;)

 

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