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Escadinhas do Quebra Costas

(con)Viver com Doenças Inflamatórias do Inflamatórias do Intestino. Aventuras, desventuras e muita galhofa! Que a rir custa menos e por isso "Sou feliz só por preguiça."

(con)Viver com Doenças Inflamatórias do Inflamatórias do Intestino. Aventuras, desventuras e muita galhofa! Que a rir custa menos e por isso "Sou feliz só por preguiça."

Já não se escrevem cartas de amor...

 

 

.... nem qualquer tipo de cartas, missivas ou postais. Nos dias que correm comunicamos por email, chat do facebook, viber, skype, whats app mas já não escrevemos qualquer tipo de carta. É bem provavel que as gerações mais novas nem saibam onde pôr o destinatário nem o remetente num envelope. 

 

Eu gosto de receber cartas. E todos os dias vejo a minha caixa de correio na esperança de ter um envelope endereçado à minha pessoa. E vejam lá ao ponto que isto chegou que até já fico contente quando seja uma conta ou um extracto do banco. Mas mesmo assim.... são poucos os que ainda mandam pelo correio. 

 

Gosto da sensação de ansiedade para se abrir o envelope. Aqueles minutos entre a caixa de correio, subir as escadas e entrar a carta, pronta para rasgar o envelope e olhar para o seu interior. Gosto de receber cartas e sentir que alguém se lembrou de mim. Alguém se lembrou de mim, suficientemente forte, para se dar ao trabalho de escrever, dobrar, meter dentro do envelope, fechar  envelope, escrever o destinatário e o remetente, colar o selo e dirigir-se a um marco ou estação dos Correios. 

 

Nos dias que correm isto conta muito, porque receber uma carta é porque esse alguém gosta mesmo de nós para se dar a uma trabalheira para nos enviar uma mensagem (por muito singela que seja) em vez de um fácil, e nada dispendioso esforço, email.

 

Portanto, acho que o Mário Zambujal precisa de se actualizar: Já não se escrevem cartas. 

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