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Escadinhas do Quebra Costas

(con)Viver com Doenças Inflamatórias do Inflamatórias do Intestino. Aventuras, desventuras e muita galhofa! Que a rir custa menos e por isso "Sou feliz só por preguiça."

Escadinhas do Quebra Costas

(con)Viver com Doenças Inflamatórias do Inflamatórias do Intestino. Aventuras, desventuras e muita galhofa! Que a rir custa menos e por isso "Sou feliz só por preguiça."

07 de Janeiro, 2013

Coca-cola nos pés, gelatina na carteira!

Vera Gomes

Hoje o dia prometia: bastante para fazer em muito pouco tempo. Queria regressar cedo a cada para tentar relaxar, ler, passar no supermacado para comprar comida. Levantei-me concentrada nos meus objectivos laborais e de vida para o dia. O resultado foi de longe... inesperado.


Passei o dia a "apagar fogos" e a responder a inúmeras questões colocadas por uma equipa de auditoria. É sempre simpático sentirmo-nos os maiores incompetentes, principalmente porque temos mentalmente que rescontruir situações e processos de tomada de decisão que ocorrer há meses, senão anos. Quanto mais tempo demoras a responder, mais estupidos nos sentimos. 


Obviamente com um dia assim, na hora de almoço espairece-se. E assim o fiz: bem acompanhada lá fui comer uma daquelas tostas de frango com mozarella fresca que fazem as minhas delcícias. Claro que tudo correria na perfeição não fosse eu entornar o copo de coca-cola que caiu em cheio em cima dos pés. E não, não estava de botas. Saia e sabrinas o que significa almoço com pezinhos molhados. 


Como o apetite para comer a gelatina de sobremessa era pouco, meti a dita na carteira e volta regressar ao local de trabalho. Meus caros leitores... a tarde foi terrível. Demorei 3h a conseguir dar um clique para imprimir um documento de 1 página. Consegui fazê-lo, mas não foi fácil: pergunta para aqui, questão para acolá, pensar em calculos que fiz há um ano atrás... Não foi pêra doce.


O regresso a casa prometia ser tranquilo e claro, o lar doce lar limparia toda e qualquer mancha do dia. Claro que aqui a palavra limpar ganhou toda uma nova perspectiva no momento em que meto a mão na carteira para tirar a chave de casa e sinto algo pegajoso e húmido: a gelatina tinha dado o grito de ipiranga e andava ali... a pavonear-se pela minha carteira. 


Esfomeada, esgotada e frustada a chegada a casa não se consomou (no imediado) no repouso da guerreira no sofá. Foi mais pilhas de guardanapos e toalhitas a tentar recuperar os meus objectos e o interior da carteira. Consegui, mas ainda não tenho a certeza se a mala viverá para contar outra história.


Compreenderão claramente que para compensar os traumas do dia (coca-cola nos pés, gelatina na carteira), tive que deliciar-me com uma pilha de panquecas com nutela. Noblesse oblige!