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Super Coach do Cocó

(con)Viver com Doenças Inflamatórias do Inflamatórias do Intestino. Aventuras, desventuras e muita galhofa! Que a rir custa menos e por isso "Sou feliz só por preguiça." (ex-Escadinhas do Quebra Costas)

Super Coach do Cocó

(con)Viver com Doenças Inflamatórias do Inflamatórias do Intestino. Aventuras, desventuras e muita galhofa! Que a rir custa menos e por isso "Sou feliz só por preguiça." (ex-Escadinhas do Quebra Costas)

21 de Março, 2020

O bolo mais fácil de fazer de sempre!

Vera Gomes

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Poderia fazer do quão fixe é aproveitar este tempo de isolamento social para fazer coisas muito interessantes e super inteligentes. Podia. Mas não. Como devem ter reparado o blog anda a meio gás porque tenho estado em teletrabalho e dedidado a apoiar na medida do possível outras pessoas dom Doença Inflamatória do Intestino. Nos intervalos, enquanto o Mais Que Tudo se dedida à sua produção caseira de cerveja, decidi afinar as minhas parcas qualidades de pasteleira. E por isso tem saído bolo todas as semenas. E depois é preciso afinar a receita, volta-se a repetir. Um dos que queria há muito experimentar era bolo de cenoura. E este fim de semana, foi O fim de semana de o fazer.

A Ângela, cozinheira de mão cheia, partilhou comigo uma receita daquelas tipo "bolo de cenoura para idiotas". Daquelas que só se for mesmo uma grande abétula irá correr mal. Por isso, tinha tudo para correr bem. E correu!!! Uma coisa a afinal ali, outra acolá, mas impec! Habemus Bolo de Cenoura!

Para os que acompanharam a saga cerveja vs bolo e foram pedinchando a receita, agora que provei o bolo, posso partilhar. Não que não confie na Ângela e na receita que ela me deu. Mas porque realmente não confio nas minhas qualidades de pasteleira.

Assim sendo irão precisar de:

4 ovos

1 chávena de chá muito mal cheia de óleo de girassol

3 cenouras médias descascadas e cortadas em rodelas

270 gr de açúcar

240 gr de farinha de trigo

1 colher de sopa bem cheia de fermento em pó

opcional: sumo de uma laranja e/ ou canela em pó

 

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Modo de preparação:

Ou no liquidificador ou numa bacia e depois usam a varinha mágica (foi o que fiz), metam tudo lá dentro, carreguem no botão e pronto para ir ao forno. Despeje a massa num tabuleiro rectangular, untado e enfarinhado (o meu é de silicone e salto este passo).

A Ângela mandou umas instruções mais longas (peneirar farinha e tal), mas eu fui directa ao assunto e correu bem. Ah! E cortei na dose de açucar também (faço isso em todas as receitas...)

Asse em forno médio (180º) pré-aquecido, por cerca de 40 minutos.

 

E bom apetite!

 

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15 de Março, 2020

Covid-19, informação e Doenças Inflamatórias do Intestino

Vera Gomes

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À custa do Covid-19 e com o claro tempo livre que agora temos, algumas pessoas acharam que seria interessante começar a espalhar uma série de mensagens de voz, texto, etc falsas, para gerar pânico; que colocam mais ansiedade do que informação na equação.

 

É importante verificarem as fontes dos textos, sites, videos, mensagens que partilham. É importante que todos estejamos devidamente informados, sem alarmismos adicionais àqueles que a própria situação já gera. A bem de todos, a bem da saúde mental de todos e sobretudo para protecção de todos.

 

No que concerne às doenças inflamatórias do intestino, já partilhei aqui no blog alguma informação. Contudo, para se manterem a par e receberem a mais recente informação especifica sobre Covid-19 e Doenças Inflamatórias do Intestino (DII), em português, sigam o site CrohnColitePT (e subscrevam a newletter). Sempre que haja novos dados/ informação/ orientações serão disponibilizados no site.

 

 

Nota: O site é mantido por voluntários e por isso nem sempre actualizado com a rapidez que todos desejamos, até porque é necessário fazer as traduções das orientações das instituições competentes em matéria de DII, rever e depois actualizar. Peço por isso, a vossa compreensão e apoio à equipa de voluntários que trabalha para a informação credível ficar acessível. 

 

02 de Março, 2020

Vamos ver auroras? Parte 4 (e última)

Vera Gomes

 

 

 

Por último e como prometido,  depois de vários posts a explicar tudinho sobre uma viagem para ver as auroras boreais, alguns conselhos para uma viagem de caça às auroras

 

  • Comida

Muita rena. Rena, rena, rena…Pouca fruta, pouca salada ou vegetais. A verdade é que estarão num local em que tudo tem que ser transportado até lá, por isso, em Abisko, não há muita variada de alimentos. Aconselho por isso, a fazerem umas comprinhas em Estocolmo ou a meterem algo na mala para pelo menos terem a sensação que variam um bocadito… Sinceramente, ao fim de três dias já não podia ver rena à minha frente, independentemente da forma que fosse cozinhada.

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  • Fotografia

Não têm que ser peritos em fotografia, mas aconselho a lerem um bocadinho sobre o assunto antes de aterrarem em Abisko. É certo que a maioria das tours são com guias com experiência em fotografia (a maior parte deles são fotógrafos profissionais) que vos podem ajudar. Contudo, o gui terá que apoiar um grupo de 10 pessoas no máximo (pelo menos esse é o limite do Lights Over Lapland), por isso se souberem o básico, ajuda a que consigam apanhar uma foto minimamente decente de uma aurora. Ah! E levem mais do que um cartão SD. Just in case…

 

  • DII & auroras

Aconselho vivamente a que só façam esta viagem em remissão. Estarão horas no exterior sem wc por perto, com camadas e camadas de roupa, que mesmo em caso de emergência, é garantido um cocó na cueca. Se optarem por fazer este tipo de viagem com a doença activa, não se acanhem de usar fraldas. E já sabem o preço a pagar: o risco de ficarem de fralda suja durante umas horas valentes.

 

  • Aproveitem ao máximo!

Mesmo que significa parar de fotografar para se deitarem no chão e usufruirem daquilo que se passa no céu! Para vosso deleite, deixo algumas fotos que tirei nas noites que estive em Abisko. Estão tal e qual como as tirei, sem qualquer tipo de tratamento ou de filtro.