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Escadinhas do Quebra Costas

(con)Viver com Doenças Inflamatórias do Inflamatórias do Intestino. Aventuras, desventuras e muita galhofa! Que a rir custa menos e por isso "Sou feliz só por preguiça."

Escadinhas do Quebra Costas

(con)Viver com Doenças Inflamatórias do Inflamatórias do Intestino. Aventuras, desventuras e muita galhofa! Que a rir custa menos e por isso "Sou feliz só por preguiça."

10 de Outubro, 2018

Procuram-se dicas que facilitem a vida à malta!

Vera Gomes

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É mais que sabido que no último ano ando quase a viver em aeroportos. O problema de viajar imenso é que tudo fica por resolver em casa, ainda por cima quando tenho vida em dois países: Portugal e Bélgica. Depois tenho este terrível hábito de não guardar números de telefone, perder papeis e é uma desgraça. Nos dias em que correm, desejo muitas vezes ter um assistente pessoal para me socorrer na minha incapacidade de gerir as pequenas coisas do dia a dia.

 

Na semana  passada mais uma vez estive de viagem e com dez mil merdas para resolver. Para variar, não conseguia encontrar os números de telefone que procurava e por isso atirei-me ao Dr. Google como se não houvesse amanhã. E eis que encontrei uma espécie de páginas amarelas online, mas que basicamente tem os números de telefone de uma série de empresas e instituições em Portugal: Telefone-numero!

 

Ok, o nome poderia ser mais apelativo e os erros ortográficos no site também serão de evitar. Mas o certo é que é uma espécie de agenda de telefones virtual e que dá um jeitaço do caraças sobretudo por evitar andar a clicar numa série de links no Google até encontrar o número de telefone certo. Ah! E como permite aos utilizadores escreverem comentários, dá sempre para saber o que nos espera…

 

Nesta horinha de Deus em que não paro mais de 2 a 3 dias em casa, qualquer coisa que ajude na gestão de todas as bolas que andam no ar, são bem vindas! Por isso, alguma dica espectacular para partilharem comigo?

 

10 de Outubro, 2018

O dia em que tentei cometer suicídio mas não consegui

Vera Gomes

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Quem me conhece sabe que, mesmo sem querer, tenho sempre histórias para contar. Umas mais engraçadas do que outras, outras com finais mais felizes do que outros.

 

Quando fui internada, tive que fazer medicação intravenosa enquanto por lá andei: doses extra de Infliximab e um corticosteroide que deixava o João Baião parecer a pessoa mais tranquila à face da Terra quando ao meu lado.

 

Estava tudo a correr bem até no segundo dia, a enfermeira perceber que estava ficar com as veias inchadas, provavelmente por reacção ao corticosteroide. Solução: não massacrar aquela veia e ir tentar outra. Como é um hospital universitário, perguntaram-me se teria problemas da enfermeira estagiária tentar enfiar o cateter. E eu, a sorri,