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Escadinhas do Quebra Costas

(con)Viver com Doenças Inflamatórias do Inflamatórias do Intestino. Aventuras, desventuras e muita galhofa! Que a rir custa menos e por isso "Sou feliz só por preguiça."

(con)Viver com Doenças Inflamatórias do Inflamatórias do Intestino. Aventuras, desventuras e muita galhofa! Que a rir custa menos e por isso "Sou feliz só por preguiça."

Colite também é isto

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Cada vez que decidimos jantar fora é toda uma aventura tipo Indiana Jones e o Santo Graal. Em Portugal não tinha este problemas, mas na Europa central, meus amigos, a pimenta é rainha. Há pimenta em T-U-D-O! Até na sopa.

 

Ora, por isso, a malta antes de sair de casa vê o menu dos restaurantes. Retira-se a carne vermelha, foca-se no peixe e saladas, procura-se pratos que sejam preparados no momento e depois vem o preço. Que a malta quer jantar sem deixar lá couro e cabelo. Ganha o restaurante que "aparenta" ter mais opções possíveis.

 

Na passada sexta feira, fomos jantar fora. O restaurante eleito ganhou a ronda de uns 4 restaurantes (pelo menos) na nossa avaliaçao inicial. Já temos uma base de dados

 

A fingir que isto é um blog de culinária #8

Meus amigos,

 

nunca a minha segunda feira começou tão bem como quando resolvi ter este bolo de cenoura para os meus pequenos almoços. Farta de ter sempre a mesma coisa, encetei uma busca por algo que pudesse comer e que "cortasse" a rotina culinária da primeira refeição da manhã. Tropecei num site de culinária muito... fora da caixa (out of the box para os que gostam de estrangeirismos): o Thug Kitchen.  Prós desta receita: não leva ovos, não leva manteiga nem outras cenas que eu não possa comer (a não ser o

 

 

As aparências iludem: como uma imagem pode ser tão superficial

 

Há uns dias atrás, um amigo meu desabafava o quão os homens sao julgados pelas seu desempenho sexual, pelo tamanho do seu orgão sexual etc. Eu respondi que uma mulher é julgada por tudo isso e muito mais. Diariamente uma mulher tem que se preocupar em ter a maquilhagem impecável, as unhsa arranjadas, a roupa alinhada de acordo com aquilo que é a convencção no seu local de trabalho. Não interessa se é excelente profissional ou nã0: se o visual não for apelativo, dificilmente alguém lhe dará crédito.

 

Quer queiramos quer não, os olhos também comem. E por vezes é a única coisa que conta. A maioria das vezes pelo menos. Eu sou baixinha, gosto de vestir confortável, o que normalmente implica jeans, ténis rabo de cavalo e 'bora lá. Mas tenho noção que ao longo dos anos, houve situações em que fui substimada por isso mesmo. Por ter ar de miúda, por vestir cconfortavel, por preferir uns rasos aos saltos altos. E muitas vezes, mesmo na minha vida pessoal, não fui a "escolhida" ou não tive a oportunidade porque havia alguém mais sexy ou apelativa ao meu lado.

 

Sempre disse que gostaria de ser avaliada pelo meu mérito e não pelo meu par de mamas ou pelas curvas do meu corpo. mas também já aceitei que será sempre inevitável. Em certas situações, mesmo profissionais, um decote faz milagres.

 

Foi por mero acaso que me cruzei com esta palestra de uma modelo na TED. Recomendo todo o minuto e seduno da mesma porque vale a pena pensar nos julgamentos que fazemos mesmo sem conhecer as pessoas; Nos julgamentos que fazemos apenas pelo que vemos e na quantidade de vezes que estamos tãaaaaooo errados.

 

Tulipas em 2017?

Confesso que não tenho lá muitas boas memórias da Holanda. A última vez que lá pus os pés foi em Outubro 2015. Tive uma intoxicação alimentar cujos efeitos ainda ando a tentar ultrapassar. Devo ser das poucas pessoas que nao asssssiiiimmm tanta piada a Amesterdão embora tenha gostado bastante do Museu Rijswijk. Se calhar foi do frio (fui em Novembro) ou do simples facto de não ter usufruido dos famosos coffeeshops.

 

Depois de ver o vídeo abaixo, confesso que talvez reconsidere e volte à Holanda. Exclusivamente pelo sentido de humor neste vídeo e por dizem que os campos de tulipas são imperdíveis. Talvez 2017 seja o ano de ver as tulipas. Quem sabe?

 

 

 

 

É nestas alturas que percebo que estou a envelhecer...

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 Hoje vi esta notícia:

Morreu Gorden Kaye, o René de "Alô, Alô"

E pensei: como é possível? Depois lembrei-me que eu via esta série (e revia-a várias vezes depois disso) na década de 80. Há mais de 20 anos atrás!!!! E pronto... não só fiquei depreimida com a morte do René como ainda percebi que de facto os anos passam sem darmos conta.

 

 

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