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Escadinhas do Quebra Costas

(con)Viver com Doenças Inflamatórias do Inflamatórias do Intestino. Aventuras, desventuras e muita galhofa! Que a rir custa menos e por isso "Sou feliz só por preguiça."

(con)Viver com Doenças Inflamatórias do Inflamatórias do Intestino. Aventuras, desventuras e muita galhofa! Que a rir custa menos e por isso "Sou feliz só por preguiça."

1 milhão de razões

Nunca gostei muito de Lady Gaga, embora nos últimos meses tenha lido mais sobre e tenha lentamente começado a modificar a minha opinião sobre ela. 

Lady Gaga tem sido uma mulher de forte convincções, defensora de várias causas e vindo a público falar sobre a sua condição de saúde. Sem tabus. Ok... vestir-se de carne fresca é um exagero. Mas será correcto de minha parte julgar a mulher de causas pelo mau gosto de expressão artística?

Do primeiro albúm dela gostei de algumas músicas, do segundo nem por isso. E agora... agora numa única música ela deu-me 1 milhão de razões para gostar dela. E é para ouvir em modo repeat!



Querem histórias para contar?


histórias

Eu tenho tantas histórias que qualquer dia crio um guia: sítios inusitados para ter histórias para contar aos netos. 

Estava eu no aeroporto de Bruxelas a preparar-me para um regresso às origens. Isto implica sempre umas compras no duty free de quantidades monstruosas de chocolate. Paguei e ao sair da loja o alarme disparou. Ninguém quis saber e eu também não. Fui à minha vidinha até que o alarme disparou quando entrei e quando sai numa outra loja. 
Nem queria acreditar! A minha saga com alarmes mal queimados nas lojas é longa! Lá coltei à loja dos chocolates, com ar de poucos amigos e expliquei o que se passava pedndo para queimarem novamente os alarmes. A empregada da loja muito surpreendida com o sucedido lá o fez. Sai da loja e tchan tchan: alarme disparou. 

Passa o saco das compras. Nada. Para um pé, depois outro. Nada. Passo eu: dispara! Ora, a única coisa que trazia vestida mais recente era as calças. Lá começo à procura da etiqueta com o alarme por indicação da empregada da loja. Sim, eu estava a apalpar o meu rabo em público na demanda incessante de encontrar a etiqueta. E eis que...! 

Havia de facto uma etiqueta com alarme. Mas nas cuecas. Que comprei há mais de um ano. Que sabe-se lá porquê, acordou para a vida e resolveu fazer o trabalho que provavelmente nunca fez enquanto habitou na loja onde comprei as cuecas. 

Como termina esta história? Com uma desconhecida a pegar numa tesoura e a cortar a etiqueta da minha roupa interior no meio do aeroporto de Bruxelas numa tarde beeeem movimentada. 

8 rótulos de cerveja: o início de uma colecção!

Bruxelas ou Bélgica é sinónimo de cerveja. Eu confesso: não gosto de cerveja. Nunca gostei e duvido que alguma vez irei gostar. 

Contudo, quando cá em casa habita um belga, é óbvio que o espaço é igualmente dividido com... cerveja. Diferentes tipos e feitios de cerveja. O frigorifico tem uma prateleira reservada a cerveja. As idas ao supermercado são autênticas excursões estudantis: traz-se as habituais, procura-se novas, comenta-se a oferta. 

Com o tempo que se passa nos corredores da cerveja, eu comecei a apreciar os rótulos. Uns mais criativos do que outros, uns mais assustadores do que outros, é todo um mundo que se abriu para mim. Ele bebe a cerveja, eu tiro fotos aos rótulos. 




Natal em Bruxelas também é isto!

Por altura do mercado de Natal, Bruxelas enche-se de luz. Tanto na Grand-Place, onde há sempre um espectáculo de luz e som, como na praça de St. Catherine. 

Eu confesso, o meu preferido é o espectáculo de St. Catherine. Todos os anos tem um tema. O deste ano é o aniversário das relações Bélgica Japão. (Na verdade, existem uma série de eventos relacionados com este aniversário. Alguns deles falaraei noutro post.)

O espectáculo não dura muito tempo. Cinco minutos no máximo, mas vale cada segundo! Partilho algumas fotos que tirei quando passei por lá. Durante a semana que é quando o mercado está menos povoado. Claro que istoé um factor importante para o meu 1,55cm de altura, caso contrário só veria as costas e as carecas (ou gorros dependendo do frio) das pessoas que estariam à minha frente. 


Bruxelas


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