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Escadinhas do Quebra Costas

(con)Viver com Doenças Inflamatórias do Inflamatórias do Intestino. Aventuras, desventuras e muita galhofa! Que a rir custa menos e por isso "Sou feliz só por preguiça."

Escadinhas do Quebra Costas

(con)Viver com Doenças Inflamatórias do Inflamatórias do Intestino. Aventuras, desventuras e muita galhofa! Que a rir custa menos e por isso "Sou feliz só por preguiça."

06 de Abril, 2016

Aeroporto de Bruxelas: casa fantasma?

Vera Gomes

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Há uns anos que conheço o aeroporto de Bruxelas. Mesmo antes de me mudar para cá, passei por lá muitas vezes quando vinha a reuniões no Conselho. Sempre o conheci cheio de gente, movimento, caos para chegar de carro (E muitas obras também, mas isso é comum a toda a cidade de Bruxelas). Hoje tive que viajar em trabalho para Bremen. Primeiro o voo foi cancelado. Depois arranjaram-me outro e lá fui eu, religiosamente duas horas antes tendo em conta todos os procedimentos de segurança que estão agora em vigor. Tudo o que posso dizer é que não estou a ver aqueles procedimentos de segurança a serem sustentáveis com o aeroporto a funcionar quase na sua capacidade máxima. 

 

Para começar, de momento só se chega ao aeroporto de carro ou táxi e temos check point para os carros (mostramos que temos um bilhete). Os carros vão até um parque de estacionamento e depois os viajantes, com as suas malas (pobres coitados se têm buéeeee bagagem) levam as malas com as suas manitas até ao check-in. Anda, desde elevador, anda, sobe escadas, anda. Passa segurança, passa exterior, passa sei lá mais o quê, mostra passaporte e afins até que finalmente chega à zona do check in. Ali temos uns balcões improvisados, umas balanças emprestadas do Carrefour, as malas ficam num carrinho e reza-se para que tudo corra bem. O pior está para vir....

 

Bem eles avisam que o melhor é ir o mais leve possível. É que depois do check-in esperam-nos três andares de escadas até mais um posto de segurança (o normal e habitual caso tudo estivesse na normalidade). Se estás a mancar, se torceste um pé, se o reumático do joelho está a acusar: estás fodido! Não sei muito bem o que têm em prática para pessoas de mobilidade reduzida, porque não consegui ver nada...

 

Depois de passar a segurança, eis o cenário desolador: maior parte das lojas estão fechadas; o aeroporto deserto com apenas meia dúzia de pessoas a andar por lá à espera do voo. O meu avião estava cheio: metade com pessoas, outra metade com cadeiras vazias. É estranho ver o aeroporto assim: sem vida, sem alma. Talvez quando regressar no Domingo já esteja mais "animado". E claro, resta-me saber como será para regressar a casa: quantos quilometros terei de andar com mala, mochila computador, saco do roll-up até um meio de transporte.

05 de Abril, 2016

Quem não sofreu com incompetência burocrática, chegue-se à frente!

Vera Gomes

Enviei um email no dia 12 de Fevereiro para a EPAL a pedir a mudança de titular no contrato a partir do dia 1 de Março, com a documentação necessária todinha em anexo. Ontem por mero acaso, lembrei-me que ainda não tinha recebido resposta. Resolvi ligar para o atendimento ao cliente (e a senhora que atendeu foi uma doçura, sério: sem sarcasmo), que me disse que já estavam a responder a emails que recebiam hoje. Pois... mas eu não tenho resposta ao meu. Basicamente ficou a marinar desde o dia 12 de Fevereiro sem que ninguém tivesse feito nada. Espero que pelo menos agora a coisa fique resolvida...

 

Por vezes sinto-me um D. Quixote cada vez que tenho que tratar de algum assunto que envolva instituições portuguesas. A má vontade, as meias respostas, o desespero para conseguir respostas ou simples assinaturas num papelinho. Depois de me ter mudado para a Bélgica, onde as piadas sobre a incompetência burocrática belga são mais que muitas, percebi que não é uma questão cultural tuga: é mesmo uma questão da Humanidade em geral.

01 de Abril, 2016

Estamos entregues à bicharada!

Vera Gomes

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O mundo está tão doido que até parece mentira. Bombas, violência gratuita, estupidez humana. Tudo sem limites! Basta abrir os jornias (on line ou em papel) e é um desenrolar de situações que nem o melhor argumentista conseguiria sacar e pôr num guião de filme surrealista. A realidade é por vezes tão "fucked up" que até parece mentira.

 

Boko Haram raptou 500 mulheres e crianças em 2014 só em Damasak

CP recusa transportar deficientes motores

Contribuintes obrigados a mudar de browser para entregar IRS

22 de março, dia negro em Bruxelas - como aconteceu

Número de mortos do atentado no Paquistão sobe para 72

Donald Trump entre os nomeados para o Nobel da Paz

 

Estou a pensar sériamente em mudar-me para outro planeta. Quem vem comigo?

01 de Abril, 2016

A arte de fazer babar alguém

Vera Gomes

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Há já uns tempos largos que vou seguindo o que o casal Mistério vai publicando e vou babando compulsivamente em algumas das receitas que eles por lá colocam.

Confesso que já tentei algumas, mas não correram tão bem quanto esperado, talvez porque nunca sigo receitas à risca nem utilizo todos os ingredientes porque por vezes não os posso comer. mas tenta-se. E leio. E babo-me.

 

Hoje estou a babar-me na receita da omolete recheada numa caneca. Eu olho para aquela fotografia (reproduzia no ínicio ali em cima) e sinto as papilas gustativas a baterem palminhas, cresce-me a saliva na boca tal e qual o cãozinho do Pavlov. Receio que este efeito seja demasiado bom para o estragar tentando reproduzir a receita. Irei por isso continuar a babarme na foto e quiçá um dia, nas minhas a Portugal, o Casal mistério me ofereça uma omolete tão vistosa como a que está na foto.

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