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Escadinhas do Quebra Costas

(con)Viver com Doenças Inflamatórias do Inflamatórias do Intestino. Aventuras, desventuras e muita galhofa! Que a rir custa menos e por isso "Sou feliz só por preguiça."

(con)Viver com Doenças Inflamatórias do Inflamatórias do Intestino. Aventuras, desventuras e muita galhofa! Que a rir custa menos e por isso "Sou feliz só por preguiça."

Um Homem em Busca de Um Sentido

"Tudo pode ser tirado a um homem, menos uma coisa : a última das liberdades humanas - a possibilidade de escolhermos a nossa atitude em quaisquer circunstâncias, de escolhermos a nossa maneira de fazer as coisas."

Víktor E. Frank

 

 

Um Homem em Busca de Um Sentido, foi-me recomendado por um amigo - que me conhece demasiado bem para saber quais os livros que me deve recomendar. Normalmente, ele não falha e recomenda-me livros que quando começo a ler: devoro!

 

Este não foi excepção. O livro está divido em duas partes. Confesso que a segunda é um bocadinho mais aborrecida, já que é mais sobre a logoterapia, a forma de tratamento que o autor, psicoterapeuta/ psiquiatra desenvolveu para tratar os seus pacientes. Mas a primeira parte.... Bom, acho que todos deviam ler, pensar no assunto e colocar em prática algumas dos conslehos que Viktor vai dando.

 

Verdade que Viktor teve uma experiência dos diabos: passou por 4 campos de concentração e apesar de não aprofundar como é a vida num campo de concentração (ele próprio refere que não é esse o objevctivo e muito já foi escrito sobre isso), dá para perceber que foi colocado em situações limites e é a prova do provérbio "a esperança é a última a morrer".

 

Entretanto descobri que o livro está disponível em pdf aqui.

Ir ao IKEA cansa (ou como eu tenho uma cadeira nova em casa)

Ontem eu e a M. resolvemos ir ao Ikea. Ambas precisavamos de algumas coisas e o truque é juntar as necessidades e ir lá. Porquê? Porque demoramos cerca de 45m de metro a chegar ao IKEA. Depois é uma curta caminhada de...5m e claro, o caminho de regresso.

 

Ontem o Verão atacou Bruxelas de uma forma louca: 26 graus, que mais parecia que estavamos no meio do deserto de Atacama. Não ajudou nada nas viagens. Nem a ir nem a levar as coisas da M. para casa dela.

 

Chegamos ao Ikea de lista em punho, felizes por haver ar condicionado e cheias de coragem para enfrentar as multidões que se acumulam nas lojas ao Sábado. Resolvemos, cada uma, comprar uma cadeira. Mai um pousa-pés. Mais um candeeiro. Mais as minundências que a lista levava rabiscadas. 

 

Decidimos sabiamente que o regresso seria feito em táxi, porque nem que fossemos o Rambo conseguiriamos trazer as caixas em sacos azuis IKEA para casa. Elaboramos um plano: táxi até minha casa (a minha magnifica cadeira de baloiço era bem mais pesada que as caixas da M.), montamos as minhas coisas, autocarro para a casa da M. com as caixas dela e montar a cadeira dela e jantariamos por lá. 

 

Foi um dia de descobertas: primeiro porque somos se estivessemos em Portugal, pegariamos no carro para ir às compras ao IKEA, porque telefonariamos a um amigo para ajudar com as caixas, e provavelmente o pedido de ajuda estender-se-ia à montagem. 

 

A coisa fez-se. Chegamos ao fim com uma fome dos diabos e esgotadíssimas! 

 

  

Hoje de manha contei as mazelas: uma mão "esmoucada" (aka com feridas); um peito do pé pisado; uma unha a precisar de arranjo (a certa altura já se usava unhas para os parafusos); duas nódas negras numa perna e um graaaaaande sorriso na cara porque desde sempre quis uma cadeira de baloiço e agora escrevo este post a balouçar numa! (Obrigada M. pela ajuda!) E é tão fofinhaaaaaa!!!!! : )))

 

 

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