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Escadinhas do Quebra Costas

(con)Viver com Doenças Inflamatórias do Inflamatórias do Intestino. Aventuras, desventuras e muita galhofa! Que a rir custa menos e por isso "Sou feliz só por preguiça."

(con)Viver com Doenças Inflamatórias do Inflamatórias do Intestino. Aventuras, desventuras e muita galhofa! Que a rir custa menos e por isso "Sou feliz só por preguiça."

Ainda a saga das malas

E pronto. Chega o dia de fazer a mala para zarpar rumo ao poiso onde irei passar a passagem de ano e eis que... não cabe tudo na mala!!!!

 

E sim, eu vom para cá com espaço na mala, dei os presentes e ganhei mais espaço. Mas comprei roupinha quente e baratinha por estas bandas e agora.... Tenho uma mala, uma mochila, um saco e não cabe tudo!!!!!

 

GGGGGRRRRRR!!!

 

 

 

Ia sendo atropelada pelo carteiro....

 

O meu pai, reformado desta profissão, instaurou esta moda de nadar cima e baixo do passeio, aqui por estas bandas. Lembro-me das histórias que iam acontecendo quase diariamente (sim, porque cá em casa nunca faltaram histórias engraçadas enquanto o meu pai não foi reformado). A maioria consistia no quase atropelamento de transeuntes incautos pelos passeio da terrinha. Civis, agentes da autoridades, o meu pai tratava a todos de

forma igual! Haja coerência! Hoje ia sendo eu.

 

Ia eu toda feliz e contente pôr dinheiro no parquimetro que fica estrategicamente colocado numa esquina, quando quase que sou atropleada pelo carteiro. De mota. No passeio! No passeio senhores!!!

 

 

E com este episódio, lembrei-me das histórias do meu pai, e das situações (quase) anedóticas que iam acontecendo.

Recorte

"O que a gente não pode mesmo, nunca, de jeito nenhum, é amar mais ou menos, sonhar mais ou menos, ser amigo mais ou menos, namorar mais ou menos, ter fé mais ou menos e acreditar mais ou menos.

Senão a gente corre o risco de se tornar uma pessoa mais ou menos."

 

Chico Xavier

 

 

 

daqui

Está na hora de começar a fazer a mala....

Eu tenho sempre esperança de fazer a mala e que tudo corra bem. Que nunca me esqueça de nada (em tempos esqueci-me da roupa interior), que caiba sempre tudo (normalmente com um aperto ou dois cabe sempre, mas no regresso as coisas parece que crescem...), que tenha sempre tudo o que preciso (ou falta a escova de dentes, ou o carregador do telemovel ou da escova, ou aquele casaco mais quente, ou aquela blusa mais fresca, ou aqueles sapatos mais próprios para a ocasião que surgiu, ...).

 

Mas fazer malas não é de todo a minha especialidade! Eu gostava mesmo era de fazer malas assim:

 

 

 

 

 

Mas, normalmente o resultado, depois de muita dedicação e paciência, é mais este:

 

 

 

 

A minha 1ª manifestação à séria em Bruxelas

Ontme e hoje é dia de Conselho Europeu. O quarteirão Europeu, como é conhecida a zona onde estão os edificios das instituições europeias, está numa espécie de estado de sítio: arame farpado, vários checkpoints, policias armados até aos dentes.

 

O edificio onde trabalho fica num dos "limites" desta zona, mas ainda assim bastante perto do Conselho Europeu. Ontem ao passar por uma janela, percebi que havia manifestação: tratores, fogueiras gigantes em cima do asfalto, cartazes, gritos. Achei que seria melhor sair do edificio para almoçar por uma outra porta. Lá passei pelos controlos policiais, para uma zona em que só falta aqueles rolinhos dos desertos como se vê nos filmes, passar à minha frente a saltitar. Fui à minha vidinha, comprei o que queria comprar e quando quero regressar, eis que aí sim: temos a verdadeira manfestação!

 

Quando cheguei ao cruzamento, a rua, ora deserta, estava cheia de policias preparados para o pior. os manifestantes passavam numa outra rua às centanas, aos gritos, ouvia-se petardos, tratores, empilhadores:uma confusão. Depois percebi que aquelas fogueiras no meio da rua e protestos era só o aquecimento.... Achei que seria mais seguro deixar-me estar ali na rua deserta, atrás das barreiras policiais e do arame farpado até que fosse seguro regressar ao meu local de trabalho.

 

 

O "aquecimento"

Ecologia? Quê?!

Em Portugal há uns anos que é proibido cortar pinheiros para pôr em casa e decorar nesta altura do ano. Portugal rendeu-se às arvores de plástico, provavelmente made in china, manhosas e uma vã tentativa de se assemelharem a pinheiros verdadeiros. 

 

Aqui, vendem-se pinheiros naturais. Lindissimos! Compram-se e levam-se para casa. Decoram-se. O que lhes acontece depois não faço ideia, mas presumo que não sejam replantados... Estranho cá é terem em casa uma árvore de plástico...

 

 

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