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Escadinhas do Quebra Costas

(con)Viver com Doenças Inflamatórias do Inflamatórias do Intestino. Aventuras, desventuras e muita galhofa! Que a rir custa menos e por isso "Sou feliz só por preguiça."

(con)Viver com Doenças Inflamatórias do Inflamatórias do Intestino. Aventuras, desventuras e muita galhofa! Que a rir custa menos e por isso "Sou feliz só por preguiça."

Leituras de Verão

Hoje fui à Fnac e à Bertrand. Eu sei, eu sei: erro crasso para a minha conta bancária! Mas fui lá para comprar uma presente que afinal não havia e terei que comprar online ou na Almedina durante a semana.

 

Mas entretanto reforcei as minhas leituras de lazer. POrque eu tenho as leituras profissionais, as académicas para a tese Mestrado e as de lazer que têm estado um bocado paradas nos últimos meses.

 

Assim temos em stock:

- Diário de um skin e O Palestiniano, de António Salas. Salas é um jornalista que passa a vida a fugir da malta por se ter infiltrado em redes criminosas. E os livros são o relato dos meses em que viveu infiltrado. Já li um dos livros deles (Um Ano no Tráfico de Mulheres) e vale a pena.

 

- O Homem de Samperterburgo, de Ken Follet. Ainda não li nada deste autor e tenho ouvido maravilhas do senhor.

 

- A Festa do Chibo, de Mário Vargas Llosa. Deste autor perunao só li um livro As Travessuras de Uma Menina Má e adorei. Espero não mudar de opinião quanto a este autor. Estou na dúvida se ganhou um Nobel ou se foi apenas candidato...

 

- De last but not the least, Comer, Orar Amar, de ewlizabeth Gilbert. Sim, esse mesmo que foi filme com a Julia Roberts. Adorei o filme e fiquei com vontade de ler o livro. Há uns meses largos, senão anos, que andava a jogar às escondidas com ele. Hoje, não me escapou. 

 

O único senão é agora arranjar espaço nas estantes para eles : )

Ou mudo de vida ou mudo de balança

Desde os malfadados tempos da cortisona que o meu apetite anda um pouco descontrolado. E piora sempre em situações de stress. Quanto mais stress mais compenso na comida, o que nos últimos meses se revelou fatídico. Hoje é um daqueles dias que não há nada que me satisfaça e mal paro 1 segundo começo logo a sentir uma ânsia por comida. 

 

Portanto... tenho duas opções: ou mudo de vida ou mudo de balança. Porque a continuar a comer assim, não há ginásio que me valha!

Qual pão! Muito muito circo!

Pelos vistos há concentração motard na terrinha. E até aqui tudo bem, motas, barulho, cerveja, pessoas com aspecto estranho, nenhuma novidade. Contudo, aquilo que me irritou solenenemente foi um senhor com aspecto extramamente decadente, bebado e drogado estar supostamente a apresentar o espectaculo. Digo supostamente porque às 21h30 o senhor já usava uma linguagem imprópria para as crianças que estavam à frente dele. Pior do que isso, foi vê-lo com comentários, a flirtar e com piadas e gestos obscenos para uma miúda que não teria mais que 13 anos. Pior ainda, foi uma senhora que estava ao meu lado congratular-se pelo facto da filha lhe ter telefonado para ela estar ali.

 

Note-se ainda que as condições de segurança primavam também pela espectacularidade: a demonstração foi feita numa avenida. E por isso, uns iluminados acharam que umas barreiras e uma fitas chegavam para garantir a segurança das pessoas. O facto de as pessoas estarem no separador central e em caso de acidente com o motard, ele e a mota iriam inevitavelmente atingir alguém da assistência.

 

Espectáculos motard, sim. Mas de preferência com um apresentador sóbrio e com algum decoro, sobretudo para com as crianças, e com as condições essenciais de segurança de modo a realmente prevenir desgraças!

 

Viagens inesquecíveis

Esta semana foi altura de mais uma viagem a Bruxelas. E como sempre foi uma viagem com muitos altos e baixos. Tudo começou no aeroporto da Portela: primeiro faltava o avião, depois havia avião mas faltava o co-piloto, depois faltavam 2 passageiros e após 45 minutos de espera já dentro do avião, ao sol e sem ar condicionado, lá partimos sem os passageiros. No total, cerca de 4h de atraso....

 

Hotel em Bruxelas do melhor! Quarto espectacular! Infelizmente... pouco tempo lá para usufruir do mesmo. E note-se que ainda levei roupa para porder passar pelo ginásio do hotel, que por motivos óbvios, nem saiu da mala...

Dia seguinte na hora de almoço quis oferecer o almoço, cartão multibanco não funcionava... Vergonha de diplomaticamente insinuarem que não tinha dinheiro na minha conta bancária...

 

Aeroporto para regressar a casa. Duas horas antes do voo, avião já estava atrasado. Aproveitei para trabalhar um pouco, dormir enroscada num sofá do lounge onde me colocaram por engano e fazer horas até poder regressar a casa. À entrada do avião, fui informada que mudaram-me de lugar. Mas aí, não me posso queixar: mudaram-me para 1ª classe! E ó meus amigos, que luxo asiático! Ementa de Vitor Sobral, comida do melhor com pratos e talheres reais e tratamento VIP!

 

Claro que o voo chegou a Portugal com mais de 1h de atraso... mas segundo hoje é noticia de um jornal, está a ser algo comum nos voos de e para Lisboa...

 

 

Como (não) começar o dia

Hoje de madrugada acordei com uma daquelas fabulosas crise de alergias/ enxaquecas. A muito custo, porque a "moca" é tão grande que não consigo processar nada nas 12h seguintes, lá me drunfei com anti-histamínico e um paracetamol e rezei para que fizesse efeito rapidamente para conseguir dormir descansadinha.

 

Escusado será dizer que acordei zombie, mal conseguia abrir os olhos (não sei muito bem como me consegui vestir de forma aceitável) e lá me arrastei para o trabalho. Viagem de autocarro em modo sonâmbulo e como de costume, quando sai do autocarro, vim pela berma da estrada em vez do passeio por causa dos presentes dos canídeos que por lá habitam. Ora, é um lado da rua que passa um carro quando o Rei faz anos e até é bastante larga. (E sim eu sei que não serve de desculpa para não usar o passeio!) Hoje porém, uma senhora professora que ia ali a sair do parque da Escola Luís de Camões achou por bem dar-me na cabeça por não ir no passeio. Com toda a razão, claro. Só a senhora não me largava: eu dopada, concordei que ela tinha razão (que de facto tinha) mas perdeu-a toda quando insistiu em acompanhar-me dentro da sua viatura a tratar-me mal e quase insultar-me e a exigir que houvesse uma lei que me multasse. Ora a partir de certo ponto, passei para o modo "ignorá-la" porque sinceramente estava mais preocupada em conseguir manter os olhos minimamente abertos para ver por onde andava.

 

Ora a rua é de sentido único: até meio sentido descendente, no outro meio, no sentido ascendente. E eis que a senhora que acha que eu deveria ser multada por não ir no passeio, que quase bateu num carro estacionado só para de insultar e insistir na minha transgressão, no ponto de vista dela, gravíssima, desce a rua por completo, ignorando um redondo sentido proibido...

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