Saltar para: Posts [1], Pesquisa [2]

Escadinhas do Quebra Costas

(con)Viver com Doenças Inflamatórias do Inflamatórias do Intestino. Aventuras, desventuras e muita galhofa! Que a rir custa menos e por isso "Sou feliz só por preguiça."

(con)Viver com Doenças Inflamatórias do Inflamatórias do Intestino. Aventuras, desventuras e muita galhofa! Que a rir custa menos e por isso "Sou feliz só por preguiça."

07 de Junho, 2007

4º Dia na Madeira

Vera Gomes
Bom... este quarto dia foi calminho! Acordar, tomar banho, pequeno almoço, apanhar o autocarro e partir em direcção ao terror da Mamã: teleférico! Foi lindo ver a paisagem, terra e mar em uníssono, a partir das alturas, mais mais bonito ainda foi ver a expressão aterrorizada da minha mãe, a alegria e brilho nos olhos do meu pai e a minha conversa com os turistas americanos durante a viagem.

Chegados ao cimo, lá fomos visitar o Jardim Tropical. É magnifica a conjugação de vários temas num só espaço sem qualquer tipo de choque ambiental e/ ou visual. Contudo, como fica numa encosta, o regresso à saida foi feito de caddy...

A descida foi ainda melhor do que a subida, porque desta vez, para ajudar o pânico da minha mãe, tinhamos o vento que soprava forte e fazia balouçar o teleférico. Ela gemia, ela cerrava os dentes, ela dizia ao meu pai para parar quieto: foi lindo!

Almoço num restaurante muito engraçado junto do terminal do teleférico onde fomos servidos por um Romeno que já trabalhou em Paços de Ferreira e em Lousada. De facto o mundo é pequeno.

Regresso ao hotel. De realçar que literalmente o condutor tirou a carta na Madeira: além de bruto a conduzir e de quase despachar os turistas pelo para-brisas, deixou-me com uma dor de cabea que tive de minimizar dormindo ao sol na piscina do hotel...

De realçar que de facto aqui o sol queima e mesmo com protector factor 60 consegui um bronze que não me lembro de ter há muitos anos. É oficial: tenho de vir à Madeira mais vezes!
06 de Junho, 2007

2º e 3º dia na Madeira

Vera Gomes
Por ontem ter estado completamente estoirada quando cheguei ao Hotel, não escrevi a crónica do segundo dia de viagem, pelo que hoje, aproveitando as promoções dois em um, aqui fica o relato de dois dias num só post.

Ontem o dia foi para visitar Porto Santo. Sair da cama cedíssimo e sem matar ninguém foi uma verdadeira proeza, considerando que no Cruzeiro estavam cerca de 800 crianças com quem partilhei viagem de ida e de volta também. Começo a pensar que a Corticeira Amorim desperdiçou uma excelente área de negócio: rolhas para calar putos! Reparem que só ontem eram 800 rolhas comercializadas.

A excursão que nos levou a conhecer toda e torno a frisar TODA a ilha durou cerca de 2 horas e com várias paragens ao longo do caminho, consoante a Guia nos ia tentando convencer a mudar-nos para Porto Santo. De facto, mudar-me para lá durante um mês seria óptimo para acabar a minha tese. E a reforma lá também seria boa desde que: tivesse net, tv cabo, e as lojas de Portugal Continental efectuassem entregas em Porto Santo.

Almoço porreiro junto à praia. Miudos aos gritos na praia. Soneca junto ao mar. E regresso, novamente com 800 putos ao Funchal.

O dia foi pautado pelo homem de branco com o qual me cruzei várias vezes. Sempre que o via só em apetecia gritas "Olha o Olá fresquinho!", mas lá me consegui conter.

O dia de hoje foi mais tranquilo tirando as inumeras vezes em que me desloquei ao WC. Não percam as variadas casas de banho da Madeira. Há das que não chegamos com os pés ao chão, há as que têm um sabonete com um perfume ternurento e todas elas com uma limpeza bastante aceitável.

Nada como um passei no autocarro turistico para ver toda a cidade em 1h15m. Funchal de facto não tem lá muito que se ver, porque a riqueza do arquipélago é mesmo a beleza natural. Talvez amanhã seja dia de visitar o Jardim Botânico e o Teleférico.

De regresso ao hotel, a tradicional sesta de férias, seguida por esparramar-me num sofá do lobby no hotel (para ter net) e visionar mais, e a tratar de alguns assuntos prementes.

E agora: jantarito, pois claro!
04 de Junho, 2007

1º dia na Madeira

Vera Gomes
Hoje pisei pela primeira vez solo madeirense e desde logo fui invadida por um sentimento de Alberto João quando, podre de sono consegui bloquear os dois telemoveis que me acompanham. Raios! Lá foi uma saga imensa para conseguir que me dessem os pin's e puk's e whatever!

Chegada ao hotel. Depois do check in feito, momento de descarregar as malas no quarto e encontrar-me com o nosso Agente cá. Sim: eu tenho um guia cá! E de todos os madeirenses tinha de calhar-me aquele que nem uma mulher com viagra consegue sentir o minimo de atracção possível.

Almoço junto à piscina: maravilha! Papás no quarto para dormir a sesta e aqui a menina vai esparramar-se a apanhar solinho na piscina. Grandes sonecas ali ao solinho. Já se notam as marcas de um ligeiro bronze!

Regresso ao quarto, banho tomado e cenário: mãe a vomitar-se toda, pai aflito para ir ao wc e eu com cara de parva de quem não quer acreditar que a cena possa estar a acontecer. Mas então vimos para a Madeira para adoecer: de manhã o papá, de tarde a mamã, será que também vai chegar a mim?!

Jantar: maezinha muito melhor, como nova. Pai surpreso pelo bolo de aniversário que lhe colocaram à frente. : ) Já seria de esperar que aqui a Je lhe iria tramar alguma, não é?

Amanhã dia em Porto Santo, e aposto que mais novidades surgirão, principalmente porqu a minha mãe tem pavor a barcos...
04 de Junho, 2007

Casórios e peripécias

Vera Gomes
Ontem casou a filha de uma amiga minha. E tudo estava a correr bem: desta vez o meu telemovel com toque de vacas a mugir não deu sinal de si apesar dos insistências dos meu amigos em ligarem-me; não chorei como se me tivessem feito a maior maldade do mundo nem tão pouco esqueci-me de atirar o arroz.

Tudo estava a correr até três momentos: a madrinha, que não foi madrinha mas até era para ser ela, a implorar um desconto no rol de fotos que que queria ao pobre do fotgrafo farto dela; o comboio de gente humana vir na minha direcção; e até ao momento que eu percebi que não tinha tirado a etiqueta com o preço do vestido...
03 de Junho, 2007

Blink, ou abre os olhos, palerma!

Vera Gomes
Ontem fui à Fnac comprar um livro que me recomendaram: Blink. Depois de andar a lamber os livros nas estantes de Gestão e Marketing, resolvi perguntar ao assistente que estava mesmo ali no staminé montado ao lado das secções por onde andei. O gentil assistente levantou o olhar e apontou para a estante das novidades que se encontrava em frente a nós: e lá estava ele. A reluzir nas prateleiras de alto a baixo da estante: blink, blink, blink...

Pág. 2/2