Saltar para: Posts [1], Pesquisa [2]

Escadinhas do Quebra Costas

(con)Viver com Doenças Inflamatórias do Inflamatórias do Intestino. Aventuras, desventuras e muita galhofa! Que a rir custa menos e por isso "Sou feliz só por preguiça."

(con)Viver com Doenças Inflamatórias do Inflamatórias do Intestino. Aventuras, desventuras e muita galhofa! Que a rir custa menos e por isso "Sou feliz só por preguiça."

Nunca subestimem uma mulher

Um casal vinha por uma estrada do interior sem dizer uma palavra.

Uma discussão anterior havia levado a uma briga, e nenhum dos dois queria
dar o braço a torcer.

Ao passarem por uma quinta em que havia mulas e porcos, o marido perguntou,
sarcástico:

- Parentes teus?

- Sim - respondeu ela - cunhados e sogra.

Mais uma vez: análises...

Ora hoje de manhã lá me dirigi com três frasquinhos cujo conteudo é melhor não revelar até ao habitual laboratório de análises ali perto da Av.ª 5 de Outubro. Chegada lá, mal humorada por estar em jejum, retirei a minha senha de vez, que humildemente mostrava o numero 22 impresso no papel pálido. Olhei para o ecrã: ia no número 13. Pensei para comigo "pode ser que não demore muito".

Sentei-me enquanto me distraia a folhear mais um jornal diário gratuito, atendi o telemovel, apreciei os restantes utentes do estabelecimento, ri-me de mim para mim, olhei para a porta e cheguei a uma conclusão: as grávidas lisboetas lembraram-se hoje de fazer análises!

Ora, era vê-las a chegar e a ir e eu continuava singelamente ali sentada. Até que finalmente, o ecrã gritou e brilhou o numero 22. Levantei-me e aproximei-me do balcão para dizer ao que ia.

Reparei que a menina ruiva que habitualmente atendia não estava presente. Como da ultima vez que lá fui ela estava grávida ebem grávida, até julguei que já estivesses de licença de maternidade uma vez que agora está na moda ter filhos. Lá entreguei as requisições à Sr.ª Com Idade para Ser Minha Mãe eela lentamente começou a introduzir no sistema, até que, se recosta na cadeira e com ar muito sério informa-me que uma das análises ao sangue não era comparticipada e que teria de pagar 60€. Ora bem, como explicar: estas noticias não se dão assim principalmente quando não se tem nada no estomago! Inspirei, expirei (a terapia deu mesmo jeito para estas coisas) e respondi que fazia as análises pelo seguro de saude.

Entretanto, enquanto ela tentava não me cobrar duas vezes o mesmo e inserir tudo certinho no programa informático, pedi para me remeter as análises pelo correio. A Sr.ª lá pergunta onde moro. Respondo Lisboa. Ede imediato me diz: "não mandamos os resultados para Lisboa. Terá de vir levantar."

Aí lembrei-me do sorriso damenina ruiva, da simpatia e respondi: mas eu recebo sempre em casa. Entretanto lá vi o mini-mini-aviso que enviam por email. Pensei: "Sim senhor! Isto é que é olho paraa coisa: reduzem os portes de correio, os gastos com papel e eu nunca perco as análises".

Entretanto, reparo que a colheita de sangue já ia na senha 25. E que eu ainda estava à espera que a Sr.ª se desencavilhasse com o registo das análises para pagamento.

Os nacionais porreirismos

"O PROFESSOR QUE SÓCRATES NÃO CONHECIA, NÃO CONHECEU NEM QUER OUVIR FALAR... TUDO A BEM DA NAÇÃO!

Chama-se António José Morais e é Engenheiro a sério; daqueles reconhecidos pela ordem (não é uma espécie de Engenheiro, como diriam os Gatos Fedorentos).

O António José Morais é primo em primeiro grau da Dr.ª Edite Estrela. É um transmontano tal como a prima que também é uma grande amiga do Eng. Sócrates. Também é amigo de outro transmontano, também licenciado pela INDEPENDENTE o Dr. Armando Vara, antigo caixa da Caixa Geral de Depósitos e actualmente Administrador da Caixa Geral de Depósitos, grande amigo do Eng. Sócrates e da Dr.ª Edite Estrela.

O Eng. Morais trabalhou no prestigiado LNEC (Laboratório Nacional de Engenharia Civil) só que, devido ao seu elevado empreendedorismo, canalizava trabalhos destinados ao LNEC, para uma empresa em que era parte interessada.

Um dia foi convidado a sair pela infeliz conduta.

Trabalhou para outras empresas entre as quais a Hidroprojecto e pelas mesmas razões foi convidado a sair.

Nesta sua fase de consultor de reconhecido mérito trabalhou para a Câmara da Covilhã onde vendeu serviços requisitados pelo técnico Eng. Sócrates.

Daí nasce uma amizade.

É desta amizade entre o Eng. da Covilhã e o Eng. Consultor que se dá a
apresentação do Eng. Sócrates à Dr.ª Edite Estrela, proeminente deputada e dirigente do Partido Socialista.


E assim começa a fulgurante ascensão do Eng. Sócrates no Partido Socialista de Lisboa apadrinhada pela famosa Dr.ª Edite Estrela, ainda hoje um vulto extremamente influente no núcleo duro do líder socialista.

À ambição legítima do político Sócrates era importante acrescentar a licenciatura.

Assim o Eng. Morais, já professor do prestigiado ISEL (Instituto Superior de Engenharia de Lisboa) passa a contar naquele Instituto com um prestigiado aluno – José Sócrates Pinto de Sousa, bacharel.

O Eng. Morais, demasiado envolvido noutros projectos, faltava muitas vezes ás aulas e naturalmente foi convidado a sair daquela docência.

Homem de grande espírito de iniciativa, Morais rapidamente se colocou na Universidade Independente.

Aí o seu amigo bacharel José Sócrates, imensamente absorvido na politica e na governação prosseguiu estudos – "porque foi a escola mais perto do ISEL que encontrei ".

E assim se licenciou, tendo como professor da maioria das cadeiras (quatro, de cinco) o desconhecido mas exigente Eng. Morais. E ultrapassando todas as dificuldades, conseguindo ser ao mesmo tempo Secretário de Estado e trabalhador estudante licencia-se, e passa a ser Engenheiro, à revelia da maçadora Ordem dos Engenheiros, que segundo consta é quem diz quem é Engenheiro ou não, sobrepondo-se completamente ao Ministério que tutela o ensino superior.

Eis que, licenciado o governante, há que retribuir o esforço do hiper-mega professor que, com sacrifício do seu próprio descanso. Deve ter dado aulas e orientado o aluno a horas fora do normal, já que a ocupação de Secretário de Estado é normalmente absorvente.

E assim foi.

O amigo Vara, também secretário da Administração Interna coloca o Eng. Morais como Director Geral no GEPI, um organismo daquele Ministério.

O Eng. Morais, homem cheio de iniciativa, teve que ser demitido devido a adjudicações de obras não muito consonantes com a lei e outras trapalhadas na Fundação de Prevenção e Segurança fundada pelo Secretário de Estado Vara (lembram-se que foi por causa dessa famigerada Fundação que o Eng. Guterres foi obrigado a demitir o já ministro Vara - pressões do Presidente Sampaio, o que levou ao corte de relações do Dr. Vara com o Dr. Sampaio – consta até que o Dr. Vara nutre pelo ex-Presidente um ódio de estimação).

O Eng. Guterres, farto que estava do Partido Socialista (porque é um homem de bem, acima de qualquer suspeita, íntegro e patriota) aproveita a derrota nas autárquicas e dá uma bofetada de luva branca no Partido Socialista e manda-os todos para o desemprego.

Segue-se o Dr. Durão Barroso e o Dr. Santana Lopes que não se distinguem em praticamente nada de positivo e assim volta o Partido Socialista comandado pelo Eng. Sócrates e ganha as eleições com maioria absoluta.

Eis que, amigo do seu amigo é, e vamos dar mais uma oportunidade ao Morais, que o tipo não é para brincadeiras.

E o Eng. Morais é nomeado Presidente do Instituto de Gestão Financeira do Ministério da Justiça.

O Eng. Morais homem sensível e de coração grande, tomba de amores por uma cidadã brasileira que era empregada num restaurante no Centro Comercial Colombo.

E como a paixão obnubila a mente e trai a razão nomeia a "brasuca" Directora de Logística dum organismo por ele tutelado a ganhar 1600 € por mês.

Claro que ia dar chatice, porque as habilitações literárias (outra vez as malfadadas habilitações) da pequena começaram a ser questionadas pelo pessoal que por lá circulava.

Daí a ser publicado no "24 HORAS" foi um ápice.

E assim lá foi o apaixonado Eng. Morais despedido outra vez.

TIREM AS VOSSAS CONCLUSÕES

E, se souberem, acrescentem mais qualquer coisinha…"

Nota: recebi isto no meu email, portanto, não é a mim que têm de pôr um processo em cima. Para que se conste, eu até concordo com algumas políticas postas em prática pelo Primeiro-Ministro, (só para o caso domeu blog ser lido por alguém do Governo....)

Depois da Madeira.... o Campo!

Depois de uma semana na Madeira, um fim de semana inesquecível, dois dias de azáfama em Lisboa, a doce e tranquila vida do campo onde os passaros cantam, o ar é tão puro que até dá dores de cabeça e a calmaria essencial a um descanso pleno.

É verdade: estou na Sertã! Frigideira como lhe chama a minha mãe. Este sitio magnifico onde toda a gente se conhece, onde as ruas estão desertas e onde passa um carro de meia em meia hora.

Isto é bom, durante dois/ três dias. E claro, sempre acompanhada com a minha ligação ao mundo: net.

Pág. 1/2