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Escadinhas do Quebra Costas

(con)Viver com Doenças Inflamatórias do Inflamatórias do Intestino. Aventuras, desventuras e muita galhofa! Que a rir custa menos e por isso "Sou feliz só por preguiça."

Escadinhas do Quebra Costas

(con)Viver com Doenças Inflamatórias do Inflamatórias do Intestino. Aventuras, desventuras e muita galhofa! Que a rir custa menos e por isso "Sou feliz só por preguiça."

21 de Maio, 2006

Arte

Vera Gomes
No Museu de Arte Antiga de Lisboa está patente uma exposição de pintura deveras interessante. A parte dedicada aos impressionistas vale mais do que tudo o resto. Aqui fica um dos meus quadros preferidos da exposição, de Paul Signac seguido de uma breve explicação do movimento que este senhor iniciou.

Paul Signac.jpg
O pontilhismo surgiu na França, como tantos outros movimentos culturais, por volta do ano de 1880. A França era, nessa época, capital cultural do mundo e nada mais natural que ser a origem de toda uma onda de movimentos inovadores, que vieram para marcar a história ou simplesmente passar quase desapercebido, conforme cada caso. O pontilhismo nasceu da observação de que pontinhos de cores puras colocados cuidadosamente lado a lado produziam o mesmo efeito de misturar as mesmas cores na paleta.
Os impressionistas já pregavam que as cores deviam ser usadas em justaposição, ao invés de misturadas como era o comum. Os pontilhistas apenas levaram esse princípio ao extremo. Talvez devêssemos chamá-los de exagerados. Os pontilhistas começaram a teorizar sobre o assunto, tomando como base os princípios científicos da ótica e desenvolveram uma teoria complicada na busca de uma exatidão para a mistura dos pontos. Claro que fazemos isso hoje em nossos computadores usando programas que trabalham para nós mas naquela época a tarefa foi bastante complexa.
Os pontilhistas criaram toda uma teoria matemática para a combinação dos pontos coloridos e foram tratados como pintores de confete, pelos adversários do movimento. Na prática, nem todos os artistas seguiam o rigor matemático apregoado e foram desenvolvendo sua arte de maneira mais empírica e improvisada. Os principais iniciadores do movimento, Georges Seurat e Paul Signac representam também os pontos mais altos dessa técnica.
21 de Maio, 2006

Não há Sabado sem sol

Vera Gomes
E ontem não foi a excepção da regra. Dia de limpar o cotão. Acordei cedíssimo (como sempre) e lá resolvi limpar os desenhos artisticos que os miúdos fizeram na parede da casa, lavar cortinas e janelas. Enfim... uma autêntica fada do lar. De tarde, depois de uma visita ao Colombo para comprar a prenda de aniversário do papá que faz anos em breve e almoçar com uma amiga, apercebi-me que quando o dia começa cedo, mais tarde ou mais cedo, apenas ficamos com as coisas que não nos apetece fazer para fazer. Resolvi portanto, dar asas aos meus dotes de electricista e consertar a ficha que tinha ido à vida há algumas semanas atrás. Impecavel! Quando me fartar de trabalho de secretária, vou para electrecista.
Obviamente o ponto alto do dia foi quando me lembrei de tirar as lentes de contacto. Portanto, ontem não adormeci de lentes: adormeci de óculos!