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Escadinhas do Quebra Costas

(con)Viver com Doenças Inflamatórias do Inflamatórias do Intestino. Aventuras, desventuras e muita galhofa! Que a rir custa menos e por isso "Sou feliz só por preguiça."

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10 de Fevereiro, 2006

Considerações sobre papel higiénico

Vera Gomes
Hoje resolvi escrever sobre uma temática sempre actual mas tabu: o papel higiénico!

O papel higiénico assume uma importância vital da vida pessoal de todos nós. Quer queiram quer não o papel higiénico influencia o nosso humor. Senão imaginem: vão à casa de banho fazer o vosso “servicinho” e encontram um papel higiénico daquele que parece que está revisto de uma goma impermeável que escorrega e acaba-se por limpar ao dedos. Obviamente, que ficamos aborrecidos! Limpar aos dedos nunca é agradável. Agora imaginem um papel fofo, suave, delicado mas resistente! E o dia até começa bem!

Nos dias de hoje existem milhentos tipos de papel higiénico: é o dupla folha, o suave, o perfumado, etc etc. Ora, a meu ver o que interessa é um papel higiénico macio e que limpe. Acima de tudo eficácia quando seja a hora de lhe dar uso. Duvido muito que o meu rabiosque sinta o cheiro a rosas do papel higiénico ou até que goste, quando afinal ele está habituado a um cheiro que em nada se assemelha a doces fragâncias.

Gostaria também de focar que português que seja típico olha sempre para o papel apreciando o padrão que os seus dejectos imprimem no abençoado papel. Analisam cor, textura, odor e só depois se livram daquele pedaço nojento que fora alvo da sua admiração.