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Escadinhas do Quebra Costas

(con)Viver com Doenças Inflamatórias do Inflamatórias do Intestino. Aventuras, desventuras e muita galhofa! Que a rir custa menos e por isso "Sou feliz só por preguiça."

Escadinhas do Quebra Costas

(con)Viver com Doenças Inflamatórias do Inflamatórias do Intestino. Aventuras, desventuras e muita galhofa! Que a rir custa menos e por isso "Sou feliz só por preguiça."

07 de Setembro, 2005

Aviões & ca

Vera Gomes
Meus caros amigos,
quero aqui apresentar mais um protesto, desta vez contra os aviões e a comida que lá servem.
Além de ser horrível, provoa vários distúrbios intestinais. Para além de termos de esconder a má cara ao comer aquela porcaria, também temos de passar pela vergonha de estarmos 30 minutos enfiados num cubiculo a que chamam WC?
06 de Setembro, 2005

Verdadeira Loucura

Vera Gomes
Meu caros amigos, gostaria que reflectissemos sobre as saídas em manada do autocarro quando este chega ao seu destino. Já reparam como a multidão se empurra e aperta? Parece que ocorreu uma grande desgraça e é a histeria total! Um salve-se quem puder!!!! Ou então, estão a correr para a medalha de ouro! Aquela coisa do "calma e ordeiramente" em nada de aplica ao momento de saída dos autocarros e demais transportes públicos. Qualquer dia "O Crime" traz na capa um título qualquer coisa como "morte estava à saída do 56".
06 de Setembro, 2005

A calçada Lisboeta

Vera Gomes

No seguimento do post de ontem e dos comentários do Cidadão Preocupado, hoje vou falar-vos da calçada lisboeta.


A calçada lisboeta é um motor da economia dos sapateiros e da empresa fabricantes de capas. Porquê? - Perguntam vocês. Porque nós mulheres com os nossos magnificos saltos altos que ficam presos no meio das pedras da calçada temos de estar sempre a levar os sapatos, as sandálias, as botas ao sapateiro para arranjar. Caras amigas, creio que deveriamos fazer um protesto. A calçada lisboeta não promove a feminidade! Como espera o Santana Lopes e o Carmona que nós, mulheres do século XXI sejamos ainda mais femininas, se nos obrigam a privar de um instrumento extremamente importante para garantirmos olhares na rua para o nosso andar sensual? Sim, porque o que nós temos agora é um andar medroso, cauteloso e não o andar firme, sensual, decidido, autoritário que faz os homens delirar.


Um outro factor a ter em consideração é o efeito psicológico da vergonha de se ficar com um salto preso na calçada. Consequência: ou o sapato fica lá e damos dois passos descalças, ou ficamos encravadas naquele pedaço de calçada. Depois vem a parte em que temos de nos baixar para retirar o salto... e toda a gente das populosas ruas de Lisboa nos vêem!


Caro Cidadão Preocupado, diga-me então se a calçada lisboeta não é também um bravo motor da economia!

05 de Setembro, 2005

Para quê as passagens de peões?

Vera Gomes

Meus caros amigos, quero partilhar convosco a minha última questão essencial. Porquê a existência de passagens de peões se praticamente ninguém as usa? Para quê fazes passeios se os peões insistem em usar o asfalto?


Ontem ia eu para a minha esplanada na praia e tive de parar na marginal (e quem me conhece sabe que conduzo sempre dentro dos limites de velocidade) porque um casal resolveu atravessar a seguir a uma curva para ir à praia. E resolveu mesmo ali! Fizeram parar o trânsito, por pouco não provocaram um acidente, tive de travar a fundo para não "roubar" as nadegas da senhora e ficaram ali.... no meio da marginal! O irónico da situação é que 10metros mais à frente havia uma passagem para peões, segura, tranquila...


Para quê o Estado Português gastar rios de dinheiro em prevenção rodoviária, em passadeiras, em semáforos, em passagens para peões se não as usam?! Mais vale não gastar o dinheiro porque afinal estamos em contenção de custos...

02 de Setembro, 2005

A sensação de Sexta-Feira

Vera Gomes
Hoje, meu amigos, é sexta-feira! E à sexta-feira até o despertador tem um toque diferente, mais suave, mais alegre! À sexta-feira custa menos sair da cama, custa menos trabalhar e inevitavelmente fica-se com um sorriso de orelha a orelha. Nem o maior problema do mundo, nem a maior chatice profissional nos consegue deixar mal dispostos. Viva a sexta-feira, véspera do tão amado fim de semana!!!!
01 de Setembro, 2005

Protesto aos terminais de multibanco

Vera Gomes

Venho por este meio apresentar a minha indignação e protesto aos terminais de multibanco dos supermercado, hipermercados e afins.


Não é possível que nos dias que correm os terminais leiam os cartões multibanco apenas quando lhe apetecem. Fazer passar as pessoas por vergonha quando estão numa fila de supermercado é tortura social! Senão reparem: hoje fui ao Pingo Doce comprar umas coisitas de trincar. Levei dinheiro e um cartão multibanco para o caso de o dinheiro não chegar. Ora bem.... o dinheiro não chegava. Apresentei o cartão multibanco à menina adolescente simpática em demasia que prontamente passou o cartão na ranhura. Ouviu-se um estrondoso "piiiiiiii" a que a menina, sempre com simpatia em demasia, me disse: "não está a passar". Todas as artimanhas possíveis foram utilizadas por aquela menina de ganchos às florzinhas na cabeça: o saco plástico, o limpar a banda magnética do cartão e nada... Entretanto a fila aumentava e olhavam para mim como quem diz: "devias ter vergonha! se não tens dinheiro não levasses tanta coisa!" Bem disse: "não posso crer! Logo hoje que só trouxe este cartão!" Foi pior a emenda do que o soneto. Os olhos de quem esperava tornaram-se mais raivosos que um cão prestes a ser abatido por ataques de raiva.


Estou convencida que se trata da forma de divertimento mais preversa que os terminais arranjaram para gozarem connosco. Na realidade, aquelas maquinazitas são um exército de chips e fio e afins que se uniram para nos fazerem passar vergonha à frente de montes de gente...


Conclusão: a única forma de defesa contra estes ataques vergonhos é levarmos sempre connosco mais do que um cartão e dinheiro em força!

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