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Vista do escritório hoje de manhã...

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 ... e quando cheguei já a neve tinha começado a derreter.

Mesmo assim, ainda deu para uma rápida batalha de bolas de neve aproveitando para limpar o para-brisas do carro.

 

Dizem os meteorologistas que a neve continuará nos próximos dias. Depois vem um bocadinho de sol (quiçá?) acompanhado de temperaturas máximas que variarão entre os -2 e os -5. Será nesses dias que hiberno como os ursos polares?

A patente que Portugal deixou escapar!

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Uma das vantagens de trabalhar num ambiente multicultural, é que tanto posso almoçar com um italiano, como um francês, como um espanhol. Hoje almocei com um norueguês. A conversa às páginas tantas, chegou a bacalhau. Impossível não me lembrar de imediato dos anúncios publicitários do bacalhau da Noruega e afins. Explicava-me o meu colega que na Noruega comem muito bacalhau fresco e que em Fevereiro abre-se as hostilidades ao consumo do bacalhau.

 

Enquanto ele me explicava tudo e mais alguma coisa sobre o bacalhau (entretanto descobri que ele adora pescar e que trouxe parte do equipamento dele para Bruxelas), na minha cabeça fez-se luz!

 

Em Portugal consumimos bacalhau salgado. Seco e salgado. Depois água e pufff: dass o milagre! Os astronautas também levam comida sem água para o espaço. Logo, os tugas foram os primeiros a usar essa técnica muito antes do Homem se lançar na aventura espacial. Bolas! Deveriamos ter a patente!!!!

2 séries a não perder!

Há já algum tempo que não me "apaixonava" por uma série. Gosto do Scandal, Big Bang Theory, Game of Thrones mas ao longo que as temporadas se vão desfilando o interesse vai esmorecendo. Em parte, porque a certa altura começa tudo a ser demasiado alucinante e parecido com uma telenovela mexicana dobrada a brasileiro. Por outro lado, depis de terminada uma temporada demora uma eternidade até aparecer outra e a atenção desvia-se para outros lados. Adiante...

 

Descobri duas séries nos últimos meses que têm feito a delicia dos meus olhos e ando desesperadamente ou à espera da nova temporada ou que o meu Mais Que tudo decida ver um episódio. Eu explico...

 

 

De nós mesmos

Muito da eficiência daquilo que fazemos, daquilo que mastigamos, depende sobretudo do que não se vê. Das raízes. (...) Porque são as coisas que estão dentro de nós e em que ninguém repara quando nos olha. Temos uma paisagem muito grande que não se vê, a menos que nos debruçemos para dentro e mostremos aquilo de que nos lembramos. Nada é tão forte como as coisas que não se vêem.

 

in O Pintor debaixo do lava Louças, Afonso Cruz

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